Benefícios da acupuntura para o cancro oral

O cancro oral é uma doença que está a aumentar entre a população masculina com mais de 40 anos. Apesar de também afetar as mulheres, mas numa percentagem menor. Esta patologia inclui o cancro da boca e o cancro da garganta. O tabagismo, o consumo de bebidas alcoólicas ou a infeção com o vírus do papiloma humano (VPH) são as principais causas do cancro oral. Não obstante, existem outros fatores que favorecem o aparecimento deste tumor maligno.

O que é o cancro oral

O cancro oral está incluído nos cancros orofaríngeos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a incidência deste tipo de cancro em Espanha é de 15 casos por ano em homens, e cerca de 4 casos por ano em mulheres por cada 100.000 habitantes. O diagnóstico de um cancro oral é realizado com base nas seguintes manifestações:

  • Dificuldade para falar, mastigar ou engolir.
  • Aparecimento de feridas, irritações e/ou nódulos na garganta, boca ou lábios
  • Aparecimento de uma mancha vermelha ou branca na boca.
  • Inchaço da mandíbula.
  • Dores de ouvido.
  • Entorpecimento da boca ou da língua.
  • Perda de dentes.

Após o aparecimento dos primeiros sintomas, a deteção precoce do cancro oral é essencial para o seu tratamento e cura. Um dos especialistas que é normalmente o primeiro a detetar este tumor é o dentista, durante um exame de rotina.

De que forma a acupunctura pode ajudar a combater o cancro oral

De uma forma geral, o tratamento do cancro oral normalmente inclui cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Estes recursos de tratamento implicam efeitos secundários que vão desde a boca seca, fissuras ou ulceração do tecido, dificuldade em mastigar e engolir, perda de sabor, necrose óssea, trismo, cárie dentária, bem como outros tipos de lesões muito desconfortáveis para os pacientes.

Os benefícios da acupunctura foram valorizados pela UNESCO no seu reconhecimento da prática como Património Intangível da Humanidade. Esta terapia natural, que faz parte da Medicina Chinesa, não só é segura, como também oferece numerosas vantagens no tratamento do cancro oral:

  1. Alivia os efeitos secundários de outros processos médicos.
  2. Acalma a dor.
  3. Promove a circulação sanguínea, bem como a hidratação e lubrificação das membranas mucosas.
  4. Ajuda a equilibrar o organismo, bem como as funções entre os vários órgãos.
  5. Permite reduzir o stresse no paciente. Por exemplo, o fígado é o órgão encarregado de mover a energia do corpo em todas as direções. No entanto, a libertação de cortisol pode bloquear este movimento.

Na China, a acupunctura é combinada com fitoterapia em terapias oncológicas para criar condições para dificultar o desenvolvimento do cancro oral.

As plantas medicinais na menopausa

A menopausa marca o fim da idade fértil da mulher. A diminuição dos níveis hormonais faz com que os ovários cessem gradualmente a sua atividade. Eta cessação gradual desencadeia o fim da menstruação. A menopausa é um processo lento que afeta cada mulher de forma diferente. Os sintomas mais comuns são a transpiração, afrontamento, secura vaginal e as mudanças de humor. Neste artigo, vamos abordar a utilização de determinadas plantas medicinais para ajudam a combater estes sintomas incómodos.

O que é a menopausa e quais os seus sintomas?

A menopausa ocorre geralmente em mulheres com idades compreendidas entre os 44 e os 52 anos. Mas, como referimos anteriormente, não afeta todas as mulheres da mesma forma. Algumas mulheres têm uma menopausa precoce (menopausa prematura ou precoce), outras têm uma menopausa tardia (menopausa tardia). Em qualquer caso, na fase pré-menopausa, já é possível observar alguns sintomas da menopausa:

  • Ciclos menstruais mais curtos e irregulares.
  • Desconforto durante as relações sexuais devido à secura vaginal.
  • Aumento de peso.
  • Incontinência urinária.
  • Afrontamento.
  • Mudanças de humor.
  • Insónias.
  • Depressão.

Como reduzir os sintomas da menopausa

De uma forma geral, o tratamento médico recomendado nestes casos é a Terapêutica Hormonal de Substituição, que tem os seus próprios efeitos secundários, tais como um risco acrescido de cancro da mama, entre outros. Felizmente, a mãe natureza fornece-nos uma grande variedade de plantas que podem ajudá-la a combater os sintomas desagradáveis da menopausa sem efeitos secundários.

Vitex (Agnus castus)

Esta planta é uma espécie nativa do Mediterrâneo que cresce perto de rios e também é utilizada para o tratamento de sintomas pré-menstruais. É um remédio natural a longo prazo, especialmente indicado para reduzir os sintomas da menopausa, bem como outros desequilíbrios hormonais.

Cimicífuga

Esta planta, também conhecida como “raiz de cobra” é muito eficaz para acalmar a ansiedade, a irritabilidade, os afrontamentos e a insónia durante a menopausa.

Valeriana

É um dos tranquilizantes naturais mais populares do mundo. Durante a menopausa, a valeriana ajuda-a a dormir melhor, assim como a combater os estados de ansiedade.

Sálvia

A sálvia é uma planta herbácea que é muito eficaz na redução dos suores noturnos e dos afrontamentos.

Não se esqueça que um estilo de vida saudável e ativo torna a menopausa muito mais suportável. Incluir cereais integrais, alimentos fermentados, leguminosas (grão de bico, lentilhas, soja, etc.), alimentos antioxidantes e sementes germinadas na sua dieta. Pratique exercício ao ar livre e acolha esta nova etapa da sua vida com boa saúde.

Quais os suplementos que devem ser tomados na terceira idade?

Com o passar dos anos, o nosso corpo perde a capacidade de produzir vitaminas e minerais. Os suplementos na terceira idade representam um apoio importante para a saúde dos nossos mais velhos. Todas as fases da vida requerem um cuidado específico. No entanto, com o passar dos anos devemos complementar uma dieta saudável com alguns suplementos que nos permitam desfrutar da vida com energia.

Carências nutricionais na terceira idade

As pessoas com mais de 60 anos fazem parte do grupo de pessoas que precisam de tomar determinados suplementos nutricionais. Um estudo realizado pelo Instituto de Alimentação da Universidade de Navarra determinou que cerca de 30% de pessoas da terceira idade apresentam um estado de desnutrição ou estão em risco de o sofrer. Isto deve-se a diferentes causas:

  • Problemas ao mastigar e disfagia.
  • Dependência para cozinhar e fazer compras.
  • Solidão e falta de apetite.
  • Tratamentos farmacológicos com efeitos secundários, tais como a inapetência.
  • Menos necessidades energéticas.

Suplementos nutricionais para pessoas mais velhas

Os especialistas em saúde e nutrição recomendam que os idosos devem tomar determinados suplementos alimentares, para colmatar as suas deficiências. Alguns dos mais adequados para apoiar a saúde dos nossos mais velhos incluem:

Ómega-3

Os ácidos gordos Ómega-3 atuam como anti-inflamatórios e são também necessários para o fortalecimento dos neurónios. O Ómega-3 é benéfico para a função cardíaca, ajuda a manter uma tensão arterial normal, bem como a controlar os níveis de triglicéridos no sangue. As pessoas que vão iniciar este suplemento nutricional regularmente, juntamente com a toma de anticoagulantes, devem discutir o ajuste da sua medicação com o seu médico. 

Vitamina D

A vitamina D ajuda a fixar o cálcio nos ossos, tornando-o um suplemento fundamental para a saúde dos ossos dos idosos. Também ajuda a modular o sistema imunitário e reduz o risco de doenças e infeções crónicas.

Colágeno

É uma das proteínas mais abundantes no nosso organismo, mas ao longo dos anos, o corpo perde a capacidade de a produzir por si só. O colagénio apoia a saúde do tecido conjuntivo, ou seja, os ossos e os tendões. O seu consumo melhora a elasticidade e hidratação da pele, bem como a saúde dos ossos e articulações.

Vitamina C

A vitamina C atua em conjunto com o colagénio para estimular a sua produção. Além disso, esta vitamina contribui para o funcionamento normal do sistema imunitário, melhora a absorção do ferro e reduz o risco cardiovascular.

Outros suplementos nutricionais que devem ser incluídos na dieta de uma pessoa idosa são o Ginkgo biloba para estimular a memória e a atenção, os probióticos para apoiar a saúde intestinal, especialmente depois de tomar antibióticos, e zinco. Um mineral essencial que melhora a sensibilidade à insulina, promove a cicatrização de feridas e reduz o stress oxidativo.

Fitoterapia para o fígado e vesícula biliar

A fitoterapia é a ciência que estuda a utilização de plantas e seus derivados vegetais para a prevenção e tratamento de doenças. Neste sentido, o número de plantas medicinais com um efeito benéfico para o fígado e a vesícula biliar é bastante considerável. Atualmente, existem inúmeros pacientes com doenças hepáticas que são submetidos inclusivamente a intervenções cirúrgicas, com o objetivo de se verem livres das complicações da sua doença.

Plantas medicinais para a vesícula e o fígado

O número de doentes operados à vesícula continua a ser bastante elevado. Em alguns casos, isto implica uma série de problemas pós-operatórios como por exemplo a “síndrome pós-colecistectomia” que pode inclusivamente chegar a requerer uma nova intervenção cirúrgica. O tratamento com recurso a fitoterapia implica avanços significativos neste sentido. Trata-se de um recurso não agressivo que alivia consideravelmente a dor, bem como a inflamação.

As plantas medicinais utilizadas neste caso pela fitoterapia têm ações diferentes:

  • Ação colerética (aumento da secreção de bílis pelo fígado).
  • Ação colagoga (aumento da evacuação da bílis por estímulo da contração da vesícula biliar).
  • Ação espasmolítica ou antiespasmódica.
  • Ação carminativa que impede a formação ou favorece a expulsão de gases intestinais.
  • Ação tonificante.
  • Ação laxante (as doenças relacionadas com a vesícula biliar são frequentemente acompanhadas pela obstipação).

As plantas mais utilizadas são:

  • Cardo mariano: é a planta medicinal mais utilizada no tratamento da hepatite aguda e crónica. A este respeito, também foi provada a ação direta do cardo mariano na membrana das células que compõem o fígado. Isto significa uma melhoria nas perturbações estomacais e intestinais.
  • Absinto: as propriedades medicinais desta planta são conhecidas há muito tempo. O consumo de absinto tem demonstrado reduzir a inflamação da vesícula biliar e aumentar a secreção dos sucos biliares. O absinto também tem importantes benefícios para o fígado; ajuda na eliminação de toxinas para a desintoxicação e melhor funcionamento deste órgão. Finalmente, esta planta é também muito útil para acalmar as cólicas biliares ou hepáticas.
  • Celidónia: trata-se de uma planta que geralmente ajuda a aliviar os sintomas de indigestão. Também limpa o fígado e a vesícula biliar, além de exercer uma importante ação espasmódica nos canais biliares.

Outras plantas medicinais utilizadas para o tratamento e a prevenção de problemas hepáticos incluem a alcachofra, a mil-em-rama, o rabanete, o dente-de-leão, a menta, o boldo e a lavanda, entre outras.

Acupuntura para a visão

Existem cada vez mais pessoas jovens com problemas de visão. A utilização excessiva de tecnologia, o stresse e a alimentação inadequada aceleram estes tipos de problemas de visão. A medicina tradicional chinesa utiliza a acupunctura como tratamento para distúrbios da visão há milhares de anos. Vejamos como funciona.

Acupuntura aplicada à visão

Antigamente, os chineses utilizavam pontos de acupunctura que afetam a visão para tratar vários problemas relacionados com a visão. Existem numerosos estudos que demonstram que a acupunctura tem benefícios significativos que ajudam a melhorar problemas de visão tais como fadiga ocular, síndrome do olho seco, edema ocular, moscas volantes, etc.

A verdade é que não existe um tratamento padrão para a acupunctura. A medicina tradicional chinesa disponibiliza um procedimento individualizado de acordo com as necessidades do paciente. Um problema de visão pode representar um eventual desequilíbrio interno que provavelmente se manifesta juntamente com outros sintomas relacionados ou não com os olhos. Vários estudos demonstraram que a acupunctura aplicada às perturbações óticas aumenta o fluxo sanguíneo para os olhos, modifica e regenera os tecidos, estimula o córtex visual e a área do cérebro responsável pela visão, e melhora ou remedeia os sintomas.

Saúde visual na sociedade atual

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, existem 161 milhões de pessoas com deficiências visuais no mundo, bem como pessoas com deficiências visuais por diferentes motivos. Na realidade, cada vez mais pessoas são afetadas por problemas de visão que não seriam de esperar com a sua idade.

A medicina tradicional chinesa liga os olhos ao fígado e à madeira. Também com o yin yang chinês. Um princípio filosófico que explica a existência de duas forças opostas, mas complementares, para a sua existência no universo. Neste sentido, um excesso de yang (fogo) manifesta-se na visão através de olhos vermelhos e doridos, bem como pela presença de rinite, dor de cabeça, calor e irritabilidade. Por outro lado, um défice de yin está associado à hidratação e aos tecidos. Assim, neste caso encontramos olhos secos, sensação de areia, fotossensibilidade, lacrimejo, etc.

Todos os problemas oculares podem ser tratados com acupunctura. Em muitos casos, com resultados satisfatórios e remissão dos sintomas. Noutras ocasiões, a sintomatologia não desaparece, mas melhora, tal como a condição física geral do paciente. Tudo isto, sem efeitos secundários. No entanto, é importante não esquecer que a acupunctura é um tratamento útil que deve ser sempre acompanhado por um controlo oftalmológico.

As flores de Bach e o seu reconhecimento oficial

Flores de Bach Kinepharma

O uso de flores de Bach para fins curativos não é algo novo. A sua utilização já é citada nos antigos escritos de filósofos de renome como Sócrates e Platão. Portanto, estamos diante de uma terapia natural utilizada há séculos, inclusive pelos aborígenes australianos, bem como pela prestigiosa medicina tradicional chinesa. As flores de Bach estão a ganhar adeptos no seu caminho para o reconhecimento médico.

Flores de Bach no mundo

Como outras terapias naturais, as flores de Bach não são reconhecidas nem regulamentadas em Espanha. No entanto, noutros países europeus, assim como no resto do mundo, estão integradas nos seus sistemas de saúde. Alguns dos países em que esta terapia floral é mais utilizada e procurada são, por exemplo, Inglaterra, Alemanha, Austrália, França, Estados Unidos, Suíça, África do Sul, França, entre outros.

Desde 1999, Cuba tem também incorporado o tratamento floral nas clínicas de medicina natural dos serviços de saúde pública. Neste país, as flores de Bach são utilizadas por médicos, enfermeiros e farmacêuticos em diferentes tipos de tratamento.

Explicação científica de como funcionam as flores de Bach

A descoberta e utilização das flores de Bach, tal como as conhecemos hoje, é atribuída ao médico britânico Edward Bach, que divulgou um sistema de cura baseado em 38 flores do campo inglês aplicáveis a vários problemas emocionais como a causa de doenças físicas e mentais.

A ação das flores de Bach é baseada na informação energético-vibracional da pessoa. Por outras palavras, não funcionam com sintomas físicos, mas com o estado de espírito da pessoa.

Embora a compreensão de como estas flores funcionam ainda seja difícil de discernir, a sua explicação científica começa a ser ratificada por investigadores de renome, tais como o Prémio Nobel, Luc Montagnier. Este virologista garante que muitos cientistas (não apenas ele) mostraram que a água líquida pode conter e armazenar moléculas biológicas. Também não devemos esquecer que a pessoa que propôs esta terapia floral era também um profissional médico. O criador das flores de Bach, Edward Bach, era cirurgião de traumatologia e especialista em bacteriologia e imunologia.

Do mesmo modo, já em 1976, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou a utilização de medicamentos alternativos, incluindo a terapia floral de Bach.

As terapias florais têm vindo a ganhar destaque ao longo do tempo, devido aos seus muitos benefícios cientificamente comprovados.

Utilizações e benefícios da auriculoterapia

A auriculoterapia é um tipo de tratamento com origem na Medicina Tradicional Chinesa. O corpo desequilibra-se, provocando dores e indisposições que nos impedem de desfrutar de uma boa qualidade de vida. Curiosamente, todo o organismo está representado na nossa orelha. Durante séculos, na China, as pessoas têm vindo a trabalhar para melhorar a sua saúde e bem-estar através da auriculoterapia. Um tratamento indolor com vários benefícios reconhecidos.

O que é a auriculoterapia

A auriculoterapia é um tratamento ancestral descoberto na China. Os seus princípios médicos são os mesmos que os da acupuntura. A única diferença é que a sua filosofia se centra exclusivamente na cartografia auricular. Isto é, como terapia, os seus resultados baseiam-se na relação que existe entre a orelha e o Sistema Nervoso Central.

Uma sessão de auriculoterapia consiste na utilização de microesferas magnéticas que são fixadas com adesivos a diferentes pontos da orelha. Estas microesferas estimulam as zonas reflexas do pavilhão auditivo através da micro-massagem para proporcionar um efeito curativo na parte do corpo onde o desconforto se faz sentir. E é através da cartografia auricular que podemos aceder ao verdadeiro maestro do nosso corpo: o cérebro.

Qual a finalidade da utilização da auriculoterapia

A auriculoterapia é utilizada frequentemente no tratamento e diagnóstico da dor, no tratamento de vícios, bem como no tratamento de diferentes tipos de perturbações internas. É interessante saber que os pontos do pavilhão auditivo que estão associados à dor são sensíveis à pressão e também têm uma diferença no potencial elétrico em comparação com pontos saudáveis. Isto permite que sema facilmente detetados e diagnosticados.

A este respeito, esta medicina auricular provou ser realmente eficaz para:

  • Aliviar as dores articulares nas ancas, ombros e joelhos.
  • Reduzir as vertigens ou enjoos com origem cervical.
  • Controlar o apetite durante as dietas de emagrecimento.
  • Acalmar as cefaleias.
  • Diminuir o stresse e a ansiedade.
  • Combater as alergias.
  • Aliviar a hipertensão.
  • Favorecer a circulação sanguínea.
  • Potenciar a saúde do coração.
  • Reduzir os sintomas relacionados com a síndrome pré-menstrual e a menopausa.
  • Combater as insónias.
  • Aliviar os sintomas da asma e a tosse, etc.

Tudo isto, sem efeitos tóxicos para o organismo, uma vez que não há interferência com drogas químicas de utilização crónica.  As sessões de auriculoterapia podem ser semanais, sendo espaçadas ao longo do tempo de acordo com a melhoria do paciente.

10 alimentos para baixar a tensão arterial

A tensão arterial elevada ou hipertensão é um fator de risco que pode causar complicações para além das doenças cardíacas. Esta condição pode prejudicar silenciosamente o corpo antes de os seus sintomas se manifestarem. Uma dieta saudável e equilibrada é essencial para a prevenção e tratamento da tensão arterial alta.

O que é a pressão arterial alta?

A hipertensão aumenta progressivamente a pressão do sangue que flui através das artérias. Isto faz com que as células do revestimento interior das artérias fiquem danificadas, tornando-as mais estreitas e menos flexíveis. O resultado é que, com o tempo, a passagem constante de sangue pelas artérias enfraquecidas pode aumentar uma secção da parede e formar o que é conhecido como aneurisma, que, se ao rebentar, pode causar uma hemorragia interna grave.

Alguns fatores de risco relacionados com a tensão arterial alta não podem ser controlados, por exemplo, história familiar, idade superior a 60 anos ou o género. Mas é possível vigiar outros fatores para uma melhor prevenção. Estes incluem uma boa dieta.

Alimentos para baixar a hipertensão

Para prevenir e tratar a tensão arterial elevada é necessário renunciar ao excesso de açúcar, sal, cafeína, álcool e tabaco. Os alimentos transformados também devem ser eliminados da dieta, bem como os alimentos gordos como salsichas, conservas e queijos curados. Por outro lado, é necessário incluir na dieta:

  • Alimentos hidratantes e diuréticos.
  • Alimentos vasodilatadores.
  • Alimentos antioxidantes.
  • Alimentos ricos em cálcio e magnésio.
  • Gorduras não saturadas.
  • Alimentos com fibra.
  • Probióticos.
  • Ervas aromáticas e especiarias.

Segue-se uma lista dos alimentos que deverão constar na sua lista de compras a partir de agora:

  1. Alho: de efeito dilatador dos vasos sanguíneos e artérias e purificador do sangue.
  2. Cebola: vasodilatador e antioxidante. Favorece a circulação sanguínea e protege as artérias contra o envelhecimento das mesmas.
  3. Aipo: reduz a pressão arterial e facilita um maior fluxo sanguíneo.
  4. Banana: regula a eliminação de água e enriquece o organismo com vitamina A, C e ácido fólico.
  5. Alcachofa: é um alimento altamente depurativo pela sua riqueza em fibras, água e potássio. Limpa o sangue das impurezas e regula a formação do colesterol.
  6. Kiwi: o antioxidante por excelência e grande fonte de vitamina C e A. Protege as artérias concedendo-lhes elasticidade.
  7. Azeite puro: o ácido oleico é muito benéfico para a ação cardiovascular. O seu elevado teor em vitamina E protege os tecidos das artérias e dilata as artérias, permitindo uma menor pressão de fluido.
  8. Sementes: linhaça, chia, nozes e cânhamo são ricos em ómega-3 e fitoesteróis antioxidantes. Mantém a elasticidade dos vasos sanguíneos impedindo o colapso cardiovascular.
  9. Bagas da floresta: amoras, mirtilos, framboesas, uvas, morangos, cerejas… A sua riqueza antioxidante protege as artérias e melhora o funcionamento do sistema cardiovascular.
  10. Legumes: lentilhas, grão-de-bico, ervilhas, favas… São ricas em fibras, vitaminas, minerais e proteínas de alta qualidade. O consumo regular melhora a qualidade dos vasos sanguíneos e torna-os resistentes à pressão sanguínea.

Benefícios da cinesiologia nas crianças

A cinesiologia é uma terapia natural que avalia a resposta dos músculos para detetar eventuais desequilíbrios no organismo, com o objetivo de prevenir ou corrigir a tempo. Para a cinesiologia, a mente e o corpo estão ligados e interagem conjuntamente. Esta técnica é de tal forma delicada e pouco invasiva que também proporciona excelentes benefícios para as crianças. Vejamos quais.

O que é a cinesiologia e para que serve

A cinesiologia é uma terapia física que é frequentemente confundida com a fisioterapia. Embora as duas disciplinas sejam frequentemente vistas como sinónimos, esta conceção é errada. A cinesiologia é uma técnica manual que estuda o movimento do corpo para determinar eventuais desordens físicas e emocionais através da manipulação dos músculos. Por outro lado, a fisioterapia é um conjunto de métodos incluindo o tratamento manual (cinesiologia) para promover a mobilidade do corpo.

A cinesiologia nasceu na década de 1930. Contudo, só nos anos 60 é que as suas fundações foram lançadas por George Goodheart, que estabeleceu que a cinesiologia contemplava todo o corpo humano, incluindo a mente. Para tal, é utilizado um teste muscular para avaliar a capacidade de resposta dos diferentes músculos e a sua relação com os diferentes órgãos do corpo.

Cinesiologia para crianças

A cinesiologia, como referimos, é uma terapia delicada que pode ser utilizada com as crianças. Esta disciplina é segura para pessoas de todas as idades, incluindo os membros mais jovens da família. Esta terapia ajuda as crianças a recuperar o seu equilíbrio para se manterem física e mentalmente saudáveis. Além disso, a cinesiologia tem dado provas de ser realmente eficaz para:

  • Melhorar a concentração, a aprendizagem e as capacidades de memória das crianças.
  • Reduzir o stress e a ansiedade em crianças particularmente inquietas ou nervosas.
  • Aliviar as preocupações estruturais que levam a dores na cabeça, pescoço e costas, bruxismo, zumbido nos ouvidos, tonturas, etc.
  • Aumentar as horas de sono e reduzir os problemas de insónia ou terrores noturnos.
  • Diminuir as reações aos alimentos e outros alergénios, uma vez que a cinesiologia reforça o sistema imunitário dos mais jovens.
  • Aumento da capacidade para lidar com as emoções e, portanto, menor nível de agressão nas crianças conflituosas.
  • Melhoria do desempenho desportivo, graças à cinesiologia que ajuda os jovens a melhorar as suas capacidades motoras e o equilíbrio energético.

Em suma, a cinesiologia estabelece um diálogo direto com o corpo das crianças que ajuda a despertar o seu “médico interior” com o objetivo de melhorar a sua saúde física, emocional e energética.

Vantagens do extrato das folhas de oliveira

As folhas de oliveira são extremamente benéficas para a saúde, uma vez que contêm mais polifenóis do que o próprio azeite. Além disso, sempre ouvimos dizer que a dieta mediterrânica está associada a efeitos positivos para a saúde vascular. Uma das principais razões para tal é a presença de azeite virgem na maior parte dos seus pratos.

O que é o extrato das folhas de oliveira?

O extrato de folha de oliveira é um produto completamente livre de alergénios, no qual estão presentes em abundância vários tipos de polifenóis. Por outras palavras, trata-se de um composto natural ao qual são atribuídos numerosos efeitos saudáveis devido às suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

Nos últimos anos, numerosos estudos científicos têm apoiado os benefícios para a saúde da ingestão de polifenóis. Especialmente para o sistema cardiovascular. Isto é particularmente importante uma vez que as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em todo o mundo.

A este respeito, ficou demonstrado que as folhas de oliveira têm uma maior quantidade de polifenóis do que os encontrados no azeite. Por este motivo, o extrato de folha de oliveira tem recebido especial atenção por parte dos peritos. Num estudo realizado com 40 gémeos idênticos com hipertensão, 20 tomaram extrato de folhas de oliveira e os outros 20 receberam um placebo. Ficou provado que os pacientes que tomaram o extrato de folhas de oliveira reduziram consideravelmente a sua pressão arterial.

Outros benefícios do extrato das folhas de oliveira

Os dados pré-clínicos do extrato de folha de oliveira mostram que as suas propriedades não se ficam por aqui. Existem outros benefícios para a saúde decorrentes do consumo deste produto 100% natural. De entre os quais:

  • O chá de folhas de oliveira tem um efeito preventivo contra a anemia e outras doenças dos glóbulos vermelhos.
  • O consumo regular de chá de folhas de oliveira reduz o colesterol LDL e os triglicéridos.
  • Extrato de folha de oliveira proporciona neuroprotecção num modelo animal de esclerose múltipla.
  • Também reduz as doenças do trato respiratório superior.
  • Um estudo realizado demonstrou que o extrato de folha de oliveira reduz o risco de diabetes tipo 2.

Para além de todos estes benefícios para a saúde, o extrato de folha de oliveira tem propriedades antivirais no tratamento do herpes zoster. Para tirar partido de todas estas propriedades, recomenda-se a sua utilização sob a forma de um extrato normalizado e não em folhas secas. Desta forma, temos a garantia que estamos a tomar o conteúdo necessário de compostos bioativos em segurança.

Como reforçar o sistema imunitário

Ao longo dos anos, a função do sistema imunitário diminui significativamente. Para reverter este processo natural, mas degenerativo, é necessário fornecer ao organismo uma série de nutrientes que possam garantir uma resposta imunitária eficaz. Como podemos reforçar o sistema imunitário? Aqui ficam algumas dicas.

Vitaminas e nutrientes para um sistema imunitário reforçado

Para viver uma vida longa e saudável, precisamos de um sistema imunitário forte. Para tal, a alimentação é fundamental. Estes são alguns dos nutrientes e vitaminas que podem ajudar a consegui-lo.

Vitamina C

A atividade correta de muitas células imunitárias está relacionada diretamente com a ingestão de vitamina C. Por exemplo, os fagócitos. Ou seja, as células responsáveis pela destruição de bactérias e outros organismos prejudiciais para o organismo. A deficiência de vitamina C não só enfraquece o organismo contra agentes malignos, como também nos torna mais propensos a infeções virais das vias respiratórias.

Quercetina

Vários estudos determinaram que a quercetina reduz o risco de constipações comuns ou infeções das vias respiratórias superiores. Da mesma forma, ficou demonstrado que este flavonóide vegetal é altamente eficaz contra infeções bacterianas, reduzindo a sua resposta inflamatória e reforçando as defesas do hospedeiro contra as bactérias. A quercetina não pode ser absorvida facilmente pelo organismo, pelo que os investigadores integram-na num fitossoma que serve de portador.

Vitamina D

Esta vitamina interfere com a capacidade de reprodução dos vírus, ajuda a reparar os revestimentos celulares do corpo e aumenta a produção de proteínas que protegem contra infeções. Uma deficiência de vitamina D não só nos protege contra as constipações, como também contra doenças crónicas, tais como doenças cardiovasculares, deterioração cognitiva e cancro.

Zinco

Este mineral essencial é fundamental para o bom funcionamento do sistema imunitário. Está envolvido na divisão e crescimento celular, no metabolismo de carboidratos e cicatrização de feridas. A este respeito, ficou demonstrado que a ingestão oral nos idosos estimula a resposta ao stress dos glóbulos brancos.

Lactobacillus rhamnosus CRL1505

Esta estirpe probiótica impulsiona o sistema imunitário aumentando os níveis de IgA secretora, que atua como um sistema de segurança incorporado nas membranas mucosas do nariz e das vias respiratórias superiores. Como resultado, o risco de amigdalite, faringite, gripe, pneumonia e a constipação comum é reduzido.

Fermentação de S. cerevisiae

A levedura de cerveja, conhecida geralmente como fermentação de S. cerevisiae, ajuda a promover a resposta imunitária do corpo, em particular contra as alergias. Isto porque apoia a atividade das células Nk, a produção de IgA secretora, fornecendo uma resposta defensiva aos alergénios externos e contra as constipações.

O que é o vitrocuantic e para que serve

vitrocuantic

Um dos principais objetivos da sociedade atualmente é alcançar o bem-estar. Para tal, continua a estudar alternativas que nos permitirão viver melhor durante mais tempo. Neste sentido, a Vitrocuanticâ é uma empresa dedicada à produção e fabrico artesanal de objetos terapêuticos em vidro com base em informação celular. Mas como funciona e quais são os benefícios?

O que é o vitrocuantic

Vitrocuanticâ  é o nome que se dá ao vidro que foi submetido a um procedimento de tratamento termomecânico de encriptação de informação codificada. Trata-se de um trabalho bioenergético baseado na naturopatia e na codificação binária base do i-Chin e testado empiricamente por diferentes profissionais de bem-estar, incluindo o bem-estar animal e vegetal. Esta tecnologia faz parte de diferentes trabalhos de investigação do grupo de investigação de bem-estar e materiais ELISAVA.  Esta tecnologia funciona através do código binário específico que é descodificado apenas pela célula.

Há muitos anos que se acredita que o ambiente e a forma como o percebemos tem um impacto direto no bem-estar das pessoas. Isto pode implicar tanto um efeito positivo como um efeito negativo no bem-estar. Nos nossos níveis clássicos de perceção, a informação do ambiente é absorvida pelos recetores que são responsáveis por enviar um sinal ao cérebro, controlando assim o que é percebido, bem como a resposta que é gerada. Na Vitrocuantic  consideramos a energia, a matéria e a forma o trinómio dos elementos primários e básicos que compõem e codificam a realidade. A informação que recebemos do ambiente é, portanto, o elemento que constrói essa realidade de uma forma harmoniosa. Informação codificada que pode ser interpretada por cada uma das nossas células. Sendo esta a missão da Vitrocuantic.

Tripuntor Vitrocuantic

Como funciona o vitrocuantic

Vitrocuantic  é um tratamento termomecânico de integração de informação binária que funciona através de objetos terapêuticos de vidro, concebidas como hologramas bioenergéticos. Cada um destes objetos é dotado de uma identidade vibracional específica e determinada. Esta identidade é reconhecida exclusivamente pelas células e não pelo intelecto. a

O processo de informação celular do tratamento com Vitrocuantic  baseia-se na latência empática. Por outras palavras, esta informação é sincronizada com o batimento cardíaco para ser integrada no estado empático e emocional do recetor. Neste sentido, os recursos Vitrocuantic oferecem uma variedade de utilizações terapêuticas para melhorar o bem-estar. Por exemplo:

  1. Acupuntura: os tripuntores e o pentapuntor de Vitrocuantic  foram desenvolvidos a partir das Três Forças, os 5 elementos e a codificação trigramática com o objetivo de prestar um serviço específico aos profissionais da acupuntura sem a necessidade de introdução. Isto deve-se ao facto de estes recursos contemplarem a energética trinaria juntamente com a capacidade da puntura. Ou por outras palavras, Vitrocuantic  integrou nos seus recursos a informação binária correspondente aos 14 canais principais de acupuntura com o objetivo de harmonizar as três forças energéticas (positiva, negativa e neutra).
  2. Equilíbrio da energia: os recursos Vitrocuantic  têm a capacidade de trabalhar o déficit energético para fixar e equilibrar a energia de um recetor através das três forças e não apenas através das duas polaridades mais comuns.
  3. Tratamento da dor: Vitrocuantic  também pode ser utilizado em tratamentos laser para aplicar no ponto de dor, meridiano, etc. Bem como para transferir para o conteúdo hídrico que será ingerido ou aplicado posteriormente.
  4. Reflexologia: os vidros desta tecnologia também podem ser aplicados manualmente seguindo as disposições da reflexologia. Neste caso, sem necessidade de exercer pressão sobre a área, uma vez que a informação é transferida através do contacto com a luz sem necessidade de ativar apenas o reflexo neurológico, sendo também possível utilizar laser ou cromatografia para aumentar o grau e o alcance da ação.
  5. Auriculoterapia: Vitrocuantic também pode ser utilizado em sessões de auriculoterapia onde se pratica a acupuntura na zona da aurícula (orelha). Sem a necessidade da utilização de agulhas ou outros elementos e amplificando, através da informação codificada, o grau de resposta neurológica. 
  6. Antienvelhecimento: o recurso Procaína Vitrocuantic  (combinação de duas vitaminas solúveis do complexo B) produz um efeito bioenergético capaz de melhorar a ligação celular e desta forma informar para a gestão dos tecidos no reencontro com o bem-estar: rugas, cicatrizes e queimaduras na pele entre outros. Isto é aplicado, sem necessidade de injeção, através da introdução da Procaína na água para utilização oral ou por transferência de fotões. É também um modulador psíquico importante.

Definitivamente, a tecnologia Vitrocuantic  favorece o bem-estar dos recetores, incluindo a parte emocional e psíquica permitindo gerir melhor a complexidade do dia a dia.

A ligação entre a Vitamina D e o magnésio

Ao longo dos anos, ficou demonstrada a importância da vitamina D para o bom funcionamento do sistema imunitário, o desempenho cognitivo e a saúde cardiovascular. Não é de todo uma surpresa o facto de o seu consumo ter aumentado consideravelmente ao longo dos últimos 10 anos. No entanto, importa realçar que para a vitamina D desempenhar corretamente a sua função, necessita do apoio do magnésio. Vejamos de que forma.

Os benefícios da vitamina D

Uma quantidade ideal de vitamina D promove a retenção e absorção de minerais como o fósforo e o cálcio, essenciais para um desenvolvimento ideal dos ossos e dos dentes. De facto, uma deficiência em vitamina D pode provocar raquitismo e osteoporose.

Uma boa forma de introduzir esta vitamina no organismo é através da exposição controlada aos raios solares. Apanhar sol sempre com proteção solar, favorece a regulação no sangue de minerais como os referidos anteriormente.

Outra grande fonte de vitamina D é uma dieta rica em produtos lácteos, ovos, salmão, sardinhas e fígado de vaca. Estes alimentos ajudam a função imunológica do organismo e atrasam o envelhecimento. Mas porque é que a vitamina D precisa de magnésio para ser realmente eficaz?

O papel do magnésio na ativação da vitamina D

Ao longo dos anos, os investigadores descobriram que o magnésio é um mineral essencial para potenciar os benefícios da vitamina D. De facto, as pessoas com níveis insuficientes de magnésio não são capazes de usufruir plenamente dos benefícios da vitamina D.

O magnésio não só ajuda a transportar a vitamina D no sangue, também ativa as suas propriedades. Quando a vitamina D entra no organismo, quer por exposição solar, quer oralmente, está completamente inativa. Antes da vitamina D ser ativada para desempenhar as suas funções vitais, é necessário que as enzimas tanto do fígado como dos rins façam o seu trabalho. Estas enzimas precisam de magnésio para o seu funcionamento correto. Caso contrário, a vitamina D estará presente no organismo, mas de uma forma inativa.

Assim, o magnésio ajuda a ativar os recetores necessários para que as células tirem o máximo proveito da vitamina D. De acordo com estudos recentes de longevidade, esta combinação de magnésio e vitamina D pode salvar vidas, uma vez que reduz o risco de vir a sofrer de:

  • Diabetes tipo II.
  • Doenças cardiovasculares.
  • Depressão e demência.
  • Perturbações músculo-esqueléticas.
  • Alguns tipos de cancro.
  • Problemas relacionados com o sistema imunológico.

Suplementos nutricionais para o hipotiroidismo

O hipotiroidismo ou tiroide hipoativa é um distúrbio em que a função tiroideia não produz hormonas suficientes para realizar a atividade metabólica das células. Consequentemente, pode originar quer problemas físicos quer emocionais. Para ajudar a manter a glândula tiroide saudável, é importante conhecer uma série de suplementos nutricionais.

O que é o hipotiroidismo e como é que afeta a sua saúde?

Quando a taxa de conversão de oxigénio e calorias em energia não é correta, verifica-se um desequilíbrio na taxa metabólica da pessoa (hipotiroidismo). Quando a tiroide não produz hormonas T3 e T4 suficientes, o metabolismo abranda causando efeitos nocivos para o organismo, tais como:

  • Fadiga.
  • Prisão de ventre.
  • Aumento de peso sem motivo aparente.
  • Debilidade.
  • Cãibras musculares.
  • Problemas gastrointestinais.
  • Colesterol elevado.
  • Sensibilidade ao frio.
  • Queda do cabelo.
  • Pele seca.
  • Depressão.

Se o hipotiroidismo não for tratado a tempo, as complicações podem ser ainda mais graves, incluindo doenças cardiovasculares, bócio e demência.

Suplementos nutricionais para o hipotiroidismo

Para além do tratamento médico adequado, existem alguns nutrientes que favorecem a saúde da tiroide. Neste sentido, a suplementação pode ajudar a glândula tiroide a fazer o seu trabalho. Quais os nutrientes que melhoram o hipotiroidismo?

  1. Iodo: este nutriente é essencial para a síntese da hormona tiroidiana. Está provado que os baixos níveis de iodo estão associados ao desenvolvimento do bócio e do hipotiroidismo. Alguns sais de mesa e algas marinhas são ricos neste nutriente.
  2. Selénio: este micronutriente é essencial para assegurar a função da tiroide, bem como para fortalecer o sistema imunitário. O selénio pode ser encontrado nos cereais, castanhas do Brasil e alguns peixes.
  3. Vitamina A: a deficiência de vitamina A está ligada à disfunção da tiroide. Está presente em alimentos tais como fígado, ovos, óleo de peixe e vegetais.
  4. Zinco: trata-se de um dos minerais essenciais cujo papel é fundamental para a produção de hormonas da tiroide. É importante tomar um suplemento de cobre ao mesmo tempo que se toma um suplemento de zinco para evitar interferências.
  5. Ferro: este mineral é importante para o crescimento e desenvolvimento do corpo. A deficiência de ferro não só causa anemia, como também problemas relacionados com a tiroide. O ferro está presente em alimentos tais como marisco, frutos secos, carnes magras e vegetais.

Outros suplementos nutricionais benéficos para a saúde da tiroide que não podemos deixar de mencionar são: vitaminas E, D e B12, extrato de Guggul, extrato de Ginseng coreano e extrato de curcuma.

Glutamina, o aminoácido que fortalece o organismo

O nosso código genético utiliza até 20 aminoácidos para produzir proteínas. Um deles, é a glutamina. O aminoácido semi-essencial mais abundante e versátil do organismo. E porquê semi-essencial? Porque os investigadores garantem que o nosso corpo não é capaz de produzir suficiente glutamina. Isto significa que, em algumas situações clínicas especiais, é necessário uma contribuição extra deste aminoácido.

O que é a glutamina?

A glutamina é o aminoácido mais abundante no organismo. Apesar se ser considerado um aminoácido não essencial, porque pode ser sintetizado pelo organismo, existem casos em que os depósitos de glutamina podem esgotar-se devido a:

  • Alterações do sistema imune.
  • Mudanças na estrutura e função da mucosa intestinal.
  • Alteração do tecido linfático.

É este o motivo pelo qual a maioria dos especialistas aconselham compensar estas deficiências de glutaminas com a ingestão oral. A glutamina está envolvida em muitos processos metabólicos em diferentes órgãos e sistemas. Por tudo isto, a glutamina também é considerada o aminoácido mais versátil da fisiologia humana. Daí a sua importância como nutriente. Situações de exercício extremo ou estresse cirúrgico, bem como a utilização de corticóides causam uma maior captação de glutamina por parte do intestino.

Benefícios da glutamina para a saúde intestinal

Três estudos controlados demonstraram os benefícios da glutamina para a saúde intestinal. Mais de trinta adultos com excesso de peso receberam glutamina durante duas semanas e foi observada uma melhoria do equilíbrio da microbiota intestinal, pelo que a utilização de glutamina é considerada como um bom suporte na restauração da flora intestinal.

Do mesmo modo, 10 homens ativos foram tratados com glutamina ou placebo antes de realizar exercício intenso. O resultado foi uma menor permeabilidade gastrointestinal após o desporto. Aquilo que é conhecido como “fuga de intestino” está relacionado com vários distúrbios digestivos reduzidos graças à ingestão deste aminoácido.

Finalmente, num estudo mais amplo de 106 pacientes com síndrome do intestino irritável, foi-lhes administrada glutamina ou placebo, reduzindo o nível de gravidade da sua doença intestinal em até 50 pontos.

Outros benefícios descobertos da glutamina incluem:

  • Melhora a função imunitária.
  • Diminui a acumulação de amoníaco no sangue em atletas de alto nível.
  • Reduz a dor muscular após o exercício.
  • Modera a mucosite causada pela quimioterapia e radioterapia em doentes com cancro.
  • Alivia os sintomas em doentes com anemia falciforme.
  • Promove o funcionamento do Sistema Nervoso Central.

A ozonoterapia como tratamento complementar para o cancro

Antes de aprofundarmos este tema, importa deixar claro que a ozonoterapia nunca deve substituir qualquer outro tratamento oncológico. Antes pelo contrário, deve ser sempre utilizada como tratamento complementar. Partindo deste pressuposto, foi possível observar que a aplicação de gás de ozono sobre o corpo atrasa o crescimento de tumores.

Ozonoterapia e oncologia

Os estudos com ozono tiveram a sua origem em modelos animais de cancro nos anos 70. Atualmente, a ozonoterapia é aplicada como coadjuvante contra o cancro. Isto deve-se ao facto de ter sido provado que o ozono tem um efeito oxigenador nas células cancerígenas, atrasando assim o crescimento das neoplasias. Esta medicina alternativa tem como resultados:

  • O aumento do fluxo sanguíneo.
  • A oxigenação do tecido lesionado.
  • A regulação metabólica e a diminuição da acidose láctica.
  • O aumento do nível de antioxidantes.
  • A produção transitória de oxidação que afeta as células tumorais mas não as células saudáveis.
  • A diminuição dos processos inflamatórios.

De facto, há estudos realizados em doentes diagnosticados com cancro da mama tratados com ozonoterapia cujos resultados demonstram uma melhoria considerável em vários parâmetros imunológicos (imunomodulação do sistema imunitário). Se tivermos em conta que um dos fatores-chave do cancro é a inflamação causada pelos oxidantes, que favorece os processos oncológicos, pode dizer-se então que a aplicação de gás de ozono no corpo atenua a sua evolução.

Por conseguinte, conclui-se que a utilização da ozonoterapia é um complemento eficaz não só para reduzir os efeitos secundários dos tratamentos oncológicos como a quimioterapia e a radioterapia, mas também para melhorar a qualidade de vida dos pacientes através do reforço do seu sistema imunitário.

Prémio para o estudo sobre a utilização da ozonoterapia e do cancro

Neste sentido, o Hospital Universitário de Gran Canaria recebeu um prémio pelo estudo dos seus especialistas das Unidades de Investigação e Dor Crónica sobre os benefícios do ozono na gestão da toxicidade dos tratamentos do cancro.

Este estudo baseia-se principalmente nas provas científicas do tratamento do cancro com O3T. A investigação revelou que as células cancerosas humanas nos tumores da mama, pulmão e útero são inibidas pela terapia com O3T in vitro.

Em suma, embora ainda haja muita investigação a ser feita, pode-se dizer que o tratamento com ozono tem efeitos positivos na inibição das células tumorais dos pulmões, mama e útero.

Mantenha as suas células jovens através da autofagia

Cada célula do corpo contém proteínas e outros componentes que servem para propósitos metabólicos vitais, desde regular a função celular até facilitar reações bioquímicas.

Quando somos jovens, os nossos mecanismos celulares internos e o respetivo processo de limpeza integrado (autofagia) funcionam com a máxima eficiência. Isto permite que as células mais jovens limpem os seus direitos metabólicos.

A definição literal de autofagia é comer-se a si próprio. Neste processo, a célula consome e descompõe as partes e os resíduos celulares degradados.

Este processo de autofagia normal apoia a função dos tecidos saudáveis e promove a saúde geral .

Mas o envelhecimento e uma alimentação indevida contribuem para reduzir os índices de autofagia. 

À medida que a autofagia abranda, acumulam-se toxinas e produtos de resíduos metabólicos. Esta desaceleração compromete a função celular ideal.

O resultado é que a saúde e a função celular declinam rapidamente. Esta diminuição da autofagia tem estado ligada a muitas doenças do envelhecimento. 

Formas de estimular a autofagia

A investigação demonstrou que durante os períodos de jejum intermitente ou restrição calórica , quando os nutrientes são escassos, as células ativam a autofagia por si próprias. O exercício físico também estimula a autofagia. 

A nível celular, existem duas proteínas reguladoras com um papel fundamental no controlo da autofagia: mTOR e AMPK.

A proteína mTOR atua como sensor de nutrientes. Quando a ingestão calórica é elevada e os nutrientes são abundantes, a mTOR ativa-se e impede a autofagia.

 A inibição do excesso de atividade de mTOR, por outro lado, pode levar a um aumento da autofagia (eliminação dos resíduos celulares).

Dito de outra forma, o consumo constante de calorias nega às células envelhecidas a capacidade de limpar a casa através da autofagia.

 O jejum de 16 a 18 horas pode facilitar a autofagia, mas a maioria das pessoas necessitam de apoio complementar na forma de nutrientes que suprimam o excesso de mTOR.

A proteína AMPK é um ativador da autofagia. Ficou demonstrado que a estimulação da AMPK melhora a saúde metabólica e a vida útil das nossas células.

Os dois nutrientes que estimulam a autofagia

Com este conhecimento, os cientistas iniciaram a descoberta de formas eficazes de estimular a autofagia e encontraram dois nutrientes que podem estimular a autofagia: o flavonóide luteolina e a piperlongumina,

A luteolina pertence ao grupo de flavonóides de nutrientes vegetais. Encontra-se em várias frutas, vegetais tais como brócolos e ervas como salsa, camomila, tomilho, dente-de-leão, aipo ou cavalinha.

Foi demostrado que a luteolina aumenta a atividade de AMPK e inibe a sinalização de mTOR. Este efeito ativa aautofagia e com isso se melhora o metabolismo celular.

A piperlongumina é um composto isolado da planta de pimento comprido.

Tal como a luteolina, foi demonstrado na cultura de células e estudos com animais que a piperlongumina ativa a autofagia ao inibir a sinalização de mTOR e ativa AMPK. 

Mas a piperlongumina promove a autofagia de uma forma diferente da luteolina.

Uma proteína conhecida como beclin-1 é um ativador importante  da autofagia.
Outra proteína, designada Bcl-2, une-se à beclin-1 e bloqueia a sua capacidade para iniciar a autofagia.

A Piperlongumina provoca a libertação de beclin-1 e bloqueia a Bcl-2, o que permite ativar la autofagia.

Desta forma, a luteolina e a piperlongumina são promissoras para maximizar a autofagia saudável, rejuvenescer as células, e manter a função celular ideal.

A DAO e as consequências da sua carência

A enzima Diamina Oxidase (DAO) é a mais importante para metabolizar a histamina, produzida pela ingestão de alimentos ou proveniente desses alimentos. Isto porque muitos deles são ricos nesta substância, tais como queijos curados, morangos, tomates, etc., ou porque estão em mau estado devido à quebra da cadeia de frio como no caso do peixe, sendo produzidas grandes quantidades de histamina.

É por isso que a carência da DAO pode provocar vários problemas de saúde e transtornos e sempre que se verifica um funcionamento erróneo desta enzima, a consequência é uma alteração do metabolismo. As suas consequências são transtornos de todos os tipos, podendo mesmo provocar incapacitação e levar a situações de baixa médica.

PODE SOFRER DESTE TRANSTORNO SEM SE DAR CONTA

Infelizmente, fala-se cada vez mais da DAO, uma vez que está relacionada com vários transtornos, desde pele extremamente seca às enxaquecas.

Atualmente é relativamente fácil identificar esta deficiência, uma vez que podem ocorrer diferentes tipos de intolerâncias como a intolerância à lactose, ou a intolerância aos frutos secos. No entanto, se não estivermos atentos e se ignorarmos estes sintomas, uma vez que são mais facilmente associados a uma intolerância do que de a uma alergia, demora algum tempo e é difícil descobrir que estamos a sofrer deste défice no funcionamento da enzima DAO nos intestinos.

Os transtornos e sintomas relacionados com o déficit DAO são os seguintes:

-Dores de cabeça

-Enxaquecas

-Prisão de ventre

-Diarreia

-Intestino irritável

-Inchaço do ventre

-Pele seca

-Flatulência

-Pele atópica

-Psoríase

-Comichão

-Dores ósseas

-Dores musculares

-Cãibras

-Fibromialgia

-Fadiga crónica

-Em crianças e adolescentes Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) e vómito cíclico.

Estes transtornos, até há relativamente poucos anos, receberam protocolos que não tinham em conta o défice da DAO. Felizmente, graças aos inúmeros estudos clínicos que têm sido realizados com a colaboração de neurologistas e gastroenterologistas, juntamente com especialistas em nutrição e dietética, foi possível demonstrar que este défice é a causa ou um dos motivos destes problemas.

20 por cento da população padece dos efeitos da DAO. Para além disso, um estudo meticuloso permitiu apuar que 87 por cento dos pacientes que sofrem de enxaquecas padecem desta carência e o mais surpreendente é que foi possível tratar 90 por cento dos mesmos com a introdução nas suas dietas da enzima DAO, com resultados surpreendentes que se traduziram na redução ou inclusivamente a eliminação da administração de fármacos.

As causas não estão bem definidas, parece existir uma predisposição genética, mas também foi provada a sua origem após a ingestão de certos medicamentos ou processos inflamatórios.

Todos conhecemos pessoas próximas de nós que após uma refeição e tendo bebido apenas um pouco de vinho, acabam por ficar com as bochechas vermelhas ou também com o nariz a pingar como se fosse uma constipação.

É muito provável que estas pessoas não sofram de uma intolerância, mas sim os efeitos da DAO.

TESTAGEM KINESIOLÓGICA

Para o teste kinesiológico, podemos usar os frascos de histamina e DAO que se encontra no kit de alergias. É altamente conveniente identificar os sintomas descritos anteriormente no nosso paciente e verificar se existe um problema mais grave com a histamina e inclusivamente com as intolerâncias alimentares, ampola de causticum a D30 ou a complementar Ca-Mg-fosfato.

Assim, a seguir e com uma AR fixa e prioritária, se a ampola de DAO obter essa AR, ficará claro que existe um problema devido à falta desta enzima.

CONSELHOS ALIMENTARES

  • Beber água em abundância durante o dia
  • Uma grande variedade de fruta, legumes e verduras contêm pouca histamina e podem, portanto, ser toleradas por quem é afetado pela DAO.
  • Controlar a ingestão de bananas, chocolate, citrinos, alimentos fermentados, tais como chucrute.
  • Aumentar a ingestão de nutrientes tais como Vitamina C e B6 (pistácios, batatas não fritas, pimentos, etc.).
  • A cebolas, o alho francês e o cebolinho, são benéficos.
  • Evite as bebidas alcoólicas, vinagre de vinho, produtos de soja fermentados, frutas e legumes embalados e doces.
  • Os óleos vegetais, legumes e as batatas não fritas são benéficos, sendo que pode utilizar especiarias.
  • Procure comer produtos frescos, não congelados ou reaquecidos.

Influência do microbioma nasal na gravidade das constipações

Os investigadores determinaram que a composição microbiana de bactérias que vivem dentro da cavidade nasal tem uma influência decisiva no tipo e na gravidade dos sintomas das constipações que se desenvolvem.

Por exemplo, uma investigação demonstrou que as pessoas cuja cavidade nasal tem uma maioria de bactérias estafilococos, tinham sintomas nasais mais graves que o resto das pessoas, demonstra uma nova investigação. Isto apesar das suas constipações serem causadas exatamente pela mesma estirpe de vírus.

Os investigadores descobriram que existiam seis tipos de microbiomas, segundo as bactérias que predominavam nesta parte do corpo dos voluntários, por isso, dividiram os participantes em seis padrões diferentes de microbiomas nasais. Os diferentes padrões foram associados a diferenças na gravidade dos sintomas. Também se descobriu que as composições se relacionavam com a carga viral e a quantidade de vírus da gripe dentro do corpo.

A descoberta surpreendeu inclusive os mais experientes investigadores em tosse e constipações que participavam na investigação. “A primeira surpresa foi ser possível identificar estas diferentes tipologias onde as pessoas se encaixam, e depois, o facto das mesmas parecerem ter importância na forma como se responde ao vírus. Também na gravidade da doença”. Tal e como disse o investigador Ronald B. Turner, da Faculdade de Medicina da Universidade de Virgínia. “Teve efeitos sobre a carga viral e a quantidade de vírus que se eliminou nas secreções nasais. Por isso, o microbioma de fundo, o padrão bacteriano de fundo no nariz, influenciou a forma como cada voluntário reagiu ao vírus e na gravidade do processo”.

O papel dos microorganismos na cavidade nasal

Os microorganismos que vivem no nariz não causam a gripe. Esta, por si própria, é evidentemente causada pelo vírus da gripe. Os investigadores ainda não conseguiram dizer se são os microorganismos do nariz os verdadeiros responsáveis pelas diferenças na gravidade dos sintomas, ou se isto se deve ao facto de existirem algumas características subjacentes do hóspede que o faça ser propenso a ter estafilococos no nariz e também o torne mais propenso a ficar doente. Isto também é muito provável, mas seria necessário realizar mais investigações para o determinar.

O que é certo é que se dá esta associação e esta correlação já comentada, pelo que é muito possível que o facto de uma maior proporção de estafilococos no nariz produza mais sintomas, mas que a causa última seja outra.

Por exemplo, os seus genes podem ser responsáveis tanto pela composição do seu microbioma nasal como pela sua reação ao vírus da gripe. Ou pode ser muito mais complicado que isso. “Não sei se existem características ambientais que também influenciem isso, quer seja por estar exposto à contaminação, ou seja alérgico, ou se algum número de coisas o poderia afetar”, disse Turner. “Mas suspeito que existe alguma interação entre o hóspede, o meio ambiente e o patógeno que determina com que microbioma se fica”.

Os investigadores testaram 152 microbiomas nasais dos participantes do estudo antes e depois de lhes transmitirem o vírus da gripe, descartando a possibilidade do vírus ou a doença resultante ter alterado a composição do microbioma de forma significativa.

Será que os probióticos poderiam encurtar a constipação?

Turner e os seus colegas estavam interessados em ver se administrar probióticos (bactérias benéficas) às pessoas, poderia melhorar os sintomas da constição ou afetar a composição dos seus microbiomas nasais. A resposta?: Não.

Para isso, os investigadores deram aos participantes do estudo um probiótico para beber. Não só não afetou os microbiomas nas suas cavidades nasais como não teve um grande efeito nos microbiomas nos seus estômagos. “Podemos detetar o probiótico no intestino com muita frequência. Não em todas as pessoas, mas com muita frequência”, disse Turner. “Realmente não influenciou significativamente o padrão microbiótico do intestino”.

É possível que a administração de um probiótico diretamente no nariz e através de um aerosol tenha mais efeito. Mas Turner, que tem investigado as constipações durante décadas, mostra-se céptico de que isso o possa afetar significativamente.

No final do estudo deixou no ar uma possível linha de investigação “Uma das coisas que seria interessante perguntar, e este seria um estudo completamente diferente, é, o que acontece se lhes administram antibióticos? É possível mudar a flora nasal administrando antibióticos? E isso é bom ou é mau? Estas são as incógnitas. “

Os investigadores publicaram as suas descobertas na Scientific Reports.

Nasal microbiota clusters associate with inflammatory response, viral load, and symptom severity in experimental rhinovirus challenge. Scientific Reports, 2018; 8 (1) DOI: 10.1038/s41598-018-29793-w

Stresse e saúde

Um estilo de vida stressante, sem tempo para si próprio pode alterar o equilíbrio delicado do organismo. Há fatores causais muito importantes que não estão relacionados apenas com o trabalho. Não ter tempo suficiente para si próprio é em si mesmo uma das principais razões de frustração que pode levar a um desequilíbrio hormonal significativo.

A raiva e a frustração têm um efeito devastador no corpo, produzindo mais adrenalina e noradrenalina do que as nossas glândulas supra-renais segregam no sangue. Consequentemente, e se esta situação não for permanente no tempo, este desequilíbrio hormonal aumenta o ritmo e a intensidade dos nossos batimentos cardíacos, aumenta a nossa pressão arterial e constringe os vasos sanguíneos nas glândulas excretoras do sistema digestivo. Além disso, reduzem o fluxo de sucos digestivos, incluindo os sucos gástricos e a bílis, em suma, retardam os nossos movimentos intestinais e, portanto, a absorção dos alimentos, inibindo a excreção da urina e das fezes, ou seja, causam prisão de ventre.

Isto faz com que, entre outras coisas, a função a nível digestivo não seja desempenhada corretamente, impedindo que os alimentos sejam corretamente digeridos e também que haja uma retenção de uma quantidade significativa de resíduos no nosso corpo. Isto produz um efeito congestivo da resposta ao stresse e origina uma indisposição significativa a nível celular que o corpo interpreta como uma alteração emocional.

Ficou provado, através de uma série de investigações, que o stresse crónico, ou melhor, a incapacidade de controlar este estado, é responsável por cerca de 90% das doenças, comumente designadas doenças psicossomáticas. Para o evitar, seria necessário não só uma limpeza física profunda ao nível dos emunctórios (rim, fígado, intestino) e um restabelecimento do equilíbrio da flora intestinal, mas também um tratamento que contribua para o relaxamento e que reforce o nosso auto-controlo emocional.

Teste stresse crónico

Para o provar em cinesiologia, podemos fazer um teste com um kit do sistema endócrino onde encontraremos uma ampola da designada substância P que é um neurotransmissor envolvido no aumento da resposta inflamatória e na regulação da resposta ao stresse e à ansiedade. Este neuropeptídeo está envolvido na permeabilidade celular. Quando confrontada com um estímulo stressante, potencialmente tóxico ou prejudicial para o organismo, e em condições de funcionamento fisiológico ideal, a substância P é ativada, impedindo a passagem do tóxico para a Barreira Hematoencefálica (HBB), e impedindo assim que as toxinas cheguem ao cérebro e o danifiquem.

Também podemos corroborar este diagnóstico testando a ampola de cortisol que normalmente estará em maior proporção em relação ao normal à tarde e à noite, impedindo um descanso adequado.

A resposta positiva e prioritária a estas substâncias no teste implicaria um problema real no controlo da ansiedade e do stresse por parte do doente e tudo o que leva a que a longo prazo os processos inflamatórios e as doenças degenerativas metabólicas e cancerígenas possam ser favorecidos.

Assim, no tratamento que devemos procurar a um nível depurativo, também devemos acrescentar uma mudança de hábitos e um tratamento que traga relaxamento e sobretudo que estimule o auto-controlo emocional, com diferentes terapias de relaxamento, e práticas tais como meditação, yoga, exercício físico, ouvir música relaxante, etc.

Plantas medicinais e a respetiva colheita

Neste capítulo vamos analisar alguns aspetos importantes das plantas medicinais utilizadas nas nossas terapias. O valor medicinal destas plantas deve-se à presença de uma substância química nos seus tecidos, o designado princípio ativo, que produz um efeito fisiológico no homem.

Muitos deles são extremamente complexos e outros são desconhecidos em termos da sua natureza química, enquanto outros princípios foram isolados, purificados, inclusivamente sintetizados ou copiados.

Princípios ativos

Normalmente, admite-se a seguinte classificação habitual que é dividida em seis categorias.

Alcaloides

Formam um grupo de compostos alcalinos com uma atividade fisiológica marcada. Os alcaloides incluem morfina, cocaína, nicotina, quinino, etc. Existem mais de 5000 identificados.

Mais de 90% dos alcaloides são encontrados em plantas floríferas.

Glúcidos

São um composto que quando hidrolisado produz um componente de um ou mais açúcares, tais como sacarose, maltose ou lactose que são dissacarídeos uma vez que têm dois monossacarídeos ligados, ou glicogénio de amido com um grande número deles (polissacarídeos). Também seriam considerados os oligossacarídeos caso fossem formados por 2 a 10 monossacarídeos unidos.

Quando não são hidrolisados, são chamados monossacarídeos e, como exemplo, podemos referir a glicose, frutose e ribose.

Óleos essenciais

Os óleos essenciais têm geralmente vários componentes químicos, derivados principalmente de terpenos ou compostos aromáticos.

Raramente consistem num único componente, mas contêm frequentemente álcoois, cetonas, aldeídos, fenóis, éteres, ésteres e outros compostos, bem como nitrogénio e enxofre. São carminativos valiosos, antitússicos, antisséticos orais para gargarejar, sprays e pomadas.

Borrachas e resinas.

As borrachas são polímeras de vários açúcares invulgares. Por outro lado, resinas são produtos da oxidação dos óleos essenciais. Ambos são utilizados como laxantes.

Óleos gordos

São ésteres de ácidos gordos, utilizados em emulsões e como agentes de purga

Sustâncias antibióticas

São compostos orgânicos complexos geralmente produzidos por fungos actinomicetos e bactérias, capazes em pequenas quantidades de inibir os processos vitais dos microrganismos. Antibiótico equivalente a anti (anti) vida (vios).

Devido à sua atividade inibitória ou destrutiva dos processos vitais da célula, cujo metabolismo interfere. A primeira descoberta foi a penicilina, embora ainda seja uma das mais importantes.

Recolha das plantas

Se precisarmos de pequenas quantidades de plantas, recorremos a plantas selvagens. No entanto, se forem necessárias grandes quantidades, recorre-se ao cultivo, geralmente devem ser tidos em conta os seguintes aspetos na recolha:

  • O conhecimento perfeito da especiaria a recolher.
  • O conhecimento do seu habitat, da composição da planta, que pode experimentar variações nos diferentes tempos e fases da sua vida, é fundamental.
  • Certifique-se de que não é fertilizada ou tratada com inseticidas, não colher nas proximidades de autoestradas, estradas ou trilhos de montanha, devem ser recolhidas em áreas isoladas, longe da poluição do tráfego ou de produtos químicos
  • Antes de colher uma planta, verifique a suavidade, época de floração, cor, forma, dimensões, bem como quaisquer marcas de identificação, tais como um aroma específico.
  • Evitar colher plantas demasiado secas ou demasiado húmidas.
  • Escolha um dia claro e ensolarado, a melhor altura para a colheita é de manhã, depois de o orvalho ter desaparecido. Ou seja, nunca nas primeiras horas ou ao pôr-do-sol.

Para os órgãos verdes que produzem hidratos de carbono, é aconselhável colhê-los de manhã, porque a síntese de hidratos de carbono só tem lugar durante o dia nas primeiras horas da manhã, quando a quantidade destes produtos inativos é menor. Isto representa um enriquecimento do fármaco em princípios ativos. Colher apenas partes saudáveis.

Verifique cuidadosamente a existência de bolor, podridão, parasitas ou caracóis. Separar da planta quaisquer folhas, estacas, terra ou pedras próximas, mas não a lavar (exceto as raízes e apenas algumas).

Dependerá da planta, mas a melhor altura para colher é quando a planta tiver o maior conteúdo de ingredientes ativos: as raízes e rizomas são colhidos no outono, quando os processos da planta tiverem cessado e no seu segundo ano, se a planta for bianual.

Partes das quais são obtidos os ingredientes ativos

  • Colher a casca na Primavera, antes do início do processo vegetativo.
  • As folhas devem ser colhidas quando a fotossíntese é mais ativa, o que geralmente ocorre no momento da floração, antes dos frutos e sementes amadurecerem.
  • As flores devem ser colhidas na altura da sua expansão total, escolhendo a altura do dia em que estão mais desenvolvidas, tendo em conta que após a fertilização, a cor é alterada e o seu aroma é, portanto, reduzido antes da polinização
  • Frutos antes ou após o período de maturação, ou seja, quando estão completamente desenvolvidos, mas não maduros, exceto alguns, como o anis ou o funcho.
  • Sementes quando completamente maduras, mas se possível antes de os frutos serem deiscentes

Testar as plantas

Para saber quais as plantas que são adequadas para qualquer tipo de sintoma e doença, pode ser usado um teste de fitoterapia geral, e para os problemas das próprias mulheres, pode ser usado um teste de plantas medicinais, que pode melhorar muitos dos sintomas da menopausa ou os da menstruação.

A microimunoterapia, a medicina do futuro

Um sistema imunitário forte é essencial para uma vida saudável. A sua função é proteger-nos contra as doenças, lutando contra as bactérias, vírus, células tumorais, etc. Por esta razão, os investigadores estão a concentrar cada vez mais os seus estudos em tratamentos especificamente orientados para o apoio do sistema imunitário. Hoje vamos falar de microimunoterapia. Uma terapia imunomoduladora utilizada para reajustar a resposta imunitária.

O que é a microimunoterapia

A microimunoterapia não é recente. Foi proposta pelo médico belga Maurice Jeaner há 55 anos. Atualmente, quase todas as doenças têm um envolvimento direto ou indireto do sistema imunitário. A microimunoterapia é um tratamento de imunomodulação que utiliza os mesmos mensageiros que o sistema imunitário para transmitir informação e regular a resposta imunitária. Ou, por outras palavras. A sua missão é estabelecer uma comunicação adequada entre as células do sistema imunitário para as ajudar a recuperar a sua capacidade de lutar contra os agressores ou limitar a sua reação quando esta é desproporcionada.

Em suma, a microimunoterapia utiliza substâncias imunitárias em doses baixas, com o objetivo de respeitar o funcionamento da imunidade natural de cada pessoa. Desta forma, um sistema imunitário alterado pode ser efetivamente equilibrado. Como? Promovendo a capacidade do sistema imunitário de se autorregular.

Microimunoterapia: diagnóstico e administração

A microimunoterapia é compatível com outros tratamentos. O diagnóstico de um paciente é geralmente obtido através de serologia e outros testes que mostram qual a imunidade do indivíduo face a potenciais agentes patogénicos. Também são tidos em conta outros aspetos, tais como: a herança genética, o estado emocional e nutricional, o ambiente em que vivem, o seu estilo de vida, etc.

É importante que não haja dúvidas, a microimunoterapia não força o sistema imunitário. O que a microimunoterapia faz é fornecer-lhe a informação de que necessita para recuperar o equilíbrio e, portanto, promover a cura do paciente. Ou seja, os medicamentos de microimunoterapia foram desenvolvidos para comunicar com o sistema imunitário, imitando e reforçando os seus processos. A administração dos mesmos pode ser realizada por:

  1. Ingestão sequencial: seguindo uma sequência lógica que respeita o funcionamento da resposta imunitária. Por este motivo, a composição de cada cápsula é diferente, são de cores diferentes e numeradas de 1 a 10, formando sequências de 5 ou 10 cápsulas.
  2. Ingestão sublingual: as cápsulas de microimunoterapia não são tomadas inteiras oralmente. O seu conteúdo é depositado debaixo da língua para que os pequenos glóbulos entrem na corrente sanguínea rapidamente, transmitindo assim a sua informação.