Qual a razão da minha prisão de ventre?
Os nossos intestinos devem ser evacuados pelo menos uma vez por dia, e idealmente entre duas a três vezes por dia; caso contrário, surge uma complicação de prisão de ventre.
Afinal de contas, fazemos três refeições por dia, e cada refeição produz os seus próprios produtos residuais, os quais devem ser eliminados.
Mas para ajudar a aliviar a prisão de ventre, é necessário determinar a causa raiz dos sintomas.
Após descartarmos eventuais problemas de saúde gastrointestinais, (por exemplo SII, disbiose, candidíase, etc.) é possível considerar os seguintes fatores como eventuais causas da prisão de ventre.
- A carência de fibra
- Obstrução da válvula ileocecal
- Carência de água
- Excesso de ferro
A carência de fibra na dieta
Precisamos de consumir pelo menos entre 25 a 30 gramas de fibra por dia para evitar os sintomas de prisão de ventre. Infelizmente, as técnicas modernas de processamento de alimentos eliminam frequentemente a fibra dos alimentos e, como resultado, muitos de nós consumimos menos de 20 gramas por dia. Neste caso, é tão simples como aumentar o consumo de fibra.
Obstrução da válvula ileocecal
A válvula ileocecal está situada entre o intestino delgado e o grosso. Basicamente, encontra-se na mesma área que o apêndice e muitas vezes pensa-se que se trata de um problema de apêndice e, na verdade, trata-se de um problema com esta válvula. Esta pequena válvula tem duas funções muito importantes. Em primeiro lugar, funciona como barreira que evita que o conteúdo tóxico do intestino grosso retroceda para o intestino delgado. Em segundo lugar, evita que os produtos alimentares do intestino delgado passem para o intestino grosso antes de terminar o processo digestivo.
Por vezes, esta válvula pode ficar obstruída ou bloqueada, é a designada obstrução da válvula ileocecal. Quando esta válvula fica fechada, pode causar sintomas de prisão de ventre.
Felizmente, através de um teste kinesiológico podemos comprovar o estado da válvula ileocecal e realizar procedimentos simples que permitam abrir a válvula novamente caso fique bloqueada.
Carência de água
Por vezes, o corpo requer apenas uma ingestão de água mais constante para que tudo funcione sem problemas. Está demonstrado que beber entre seis a oito copos de água por dia pode corrigir os sintomas de prisão de ventre em algumas pessoas.
Excesso de ferro
Várias formas de ferro podem causar prisão de ventre em algumas pessoas, razão pela qual o consumo de ferro em complexos multivitamínicos ou em suplemento de ferro para tratar a anemia, pode estar na origem dos sintomas de prisão de ventre.
Nestes casos, recomendamos tomar a multivitamina ou o ferro durante a refeição mais abundante do dia, normalmente ao almoço, quando os níveis do ácido clorídrico no estômago são elevados. O ferro requer níveis de ácido adequados para ser digerido adequadamente.
A importância das bifidobactérias na saúde a longo prazo
Parte da investigação médica está atualmente centrada no estudo da microflora intestinal (ou microbioma) que reside no aparelho digestivo humano.
Estes triliões de microrganismos ajudam a regular o nosso sistema imunológico, sistema endócrino, digestão e metabolismo.
Os cientistas estão a constatar que o microbioma intestinal está relacionado com o estado emocional, a saúde cardiovascular e a capacidade de lutar contra doenças.
A investigação permitiu comprovar que a recuperação do equilíbrio da flora intestinal pode ajudar a promover a saúde a longo prazo.
Entre as bactérias mais importantes e benéficas do microbioma intestinal encontram-se as pertencentes ao grupo das bifidobactérias.
As bifidobactérias têm variadíssimos benefícios para a saúde: combatem as alergias, os níveis elevados de colesterol, as doenças respiratórias, o stresse e a ansiedade.
Durante a infância, os nossos corpos contam com um elevado número de bifidobactérias. Mas com o avançar da idade, a má alimentação, a utilização de antibióticos e outros agentes externos, os níveis de bifidobactérias diminuem.
A proporção de bifidobactérias saudáveis no intestino humano durante a infância é de aproximadamente 60%.
Durante a idade adulta, as bifidobactérias diminuem entre 30% a 40%, durante a meia idade, a sua proporção encontra-se próxima dos 10%, e diminuem para menos de 5% durante a terceira idade.
Para promover a recuperação dos níveis saudáveis de bifidobactérias, os investigadores estudaram uma fibra prebiótica chamada xilooligosacárido (XOS), composta por carolos de milho não transgénicos.
A XOS proporciona um ambiente natural ideal para que as bactérias saudáveis prosperem no aparelho gastrointestinal.
Em estudos realizados, foi possível constatar que a XOS ajudou a recuperar a saúde intestinal e promover a presença de bifidobactérias em apenas 14 dias, sem promover outras bactérias danosas.
Este prebiótico foi eficiente inclusivamente quando tomado em quantidades relativamente pequenas.
A presença de menos bífido significa mais espaço para que as bactérias perigosas e não saudáveis possam proliferar, razão pela qual é importante conservar as nossas bactérias benéficas.
Para crescer e multiplicar-se, as bifidobactérias precisam de dispor do alimento adequado. No entanto, a dieta de muitas pessoas é notoriamente deficiente em fibra dietética, a fonte de alimento número um das bifidobactérias. O termo prebiótico pode ser novo para algumas pessoas, no entanto os prebióticos existem há anos mas são conhecidos como fibra solúvel. Para obter um aumento significativo das bifidobactérias é necessário ingerir uma dose elevada de fibra solúvel.
Num estudo realizado, foram necessários entre 10 a 20 gramas de FOS (fruto-oligossacáridos), um tipo de fibra solúvel, para conseguir um aumento significativo das bifidobactérias. Para algumas pessoas, as doses elevadas de suplementos de fibra podem causar flatulência excessiva, inchaço e cãibras intestinais.
No entanto, estudos recentes realizados em humanos demonstraram que a XOS ajuda a aumentar, de forma segura e significativamente, os níveis de bifidobactérias benéficas.
Com a ajuda do Kit de teste básico podemos verificar se precisamos ou podemos dispensar algum tipo de bactérias intestinais.
6 benefícios demonstrados da própolis de abelha
As abelhas produzem própolis recolhendo resina de pinheiro e outras árvores de folha perene. Misturam a resina com copos de cera e pólen e levam-na para a colmeia. Utilizam esta mistura para reparar orifícios, selar gretas e construir painéis na colmeia.
Mas a própolis faz mais que isto. Também atua como uma barreira antissética que protege a colmeia contra a contaminação e de invasores externos como ratos, serpentes e lagartos. De facto, o nome própolis tem origem no grego que significa “defesa da cidade”.
As propriedades antimicrobianas da própolis protegem a colmeia contra vírus e bactérias. Os investigadores descobriram que as abelhas que vivem em colmeias com própolis têm menos bactérias no corpo e também um melhor sistema imunitário.
E a própolis não beneficia apenas as abelhas. Durante milhares de anos, os praticantes de medicina popular utilizaram a própolis de abelha para tratar abscessos, curar feridas e combater infeções. De facto, constava como um medicamento oficial nas farmacopeias de Londres do século XVII.
Estudos recentes confirmam que a própolis contempla uma elevada lista de benefícios para a saúde. Existem mais de 2.000 estudos sobre a própolis. Seguem-se alguns dos seus benefícios para a saúde.
Ação antimicrobiana
A própolis tem uma vasta gama de propriedades antibacterianas. Também tem poderes antifúngicos e antivirais. Nas crianças, ficou demonstrado que a própolis:
- Previne as infeções do trato respiratório
- Remedia os sintomas da constipação comum
- Previne as infeções do ouvido médio
Cura queimaduras
A própolis pode promover a cura de queimaduras menores. Os investigadores compararam um creme para a pele com própolis com sulfadiazina de prata, um medicamento utilizado para tratar queimaduras. Os resultados do estudo mostraram que a própolis é tão eficaz como o medicamento no tratamento de queimaduras de segundo grau.
Previne cáries dentárias
Os médicos gregos e romanos usavam a própolis como desinfetante oral. Estudos recentes demonstram que pode ser eficaz o tratamento da periodontite e a gengivite.
Vários estudos também demonstraram que os extratos da própolis de abelha limitam a placa bacteriana e reduzem a cárie dental.
Vários outros estudos mostraram inclusivamente que pode ajudar a regenerar a polpa dentária, bem como o tecido ósseo, e a cartilagem.
Tratamento de parasitas
Os testes preliminares mostram que a própolis pode eliminar os parasitas. Num dos estudos, as pessoas que tomaram própolis registaram uma taxa de êxito de 52 a 60% de eliminação de giardíase.
Eliminação de verrugas
Num ensaio simples, cego, aleatório com duração de 3 meses, 135 pacientes com diferentes tipos de verrugas receberam própolis orais, equinácea ou um placebo. Os pacientes com verrugas comuns obtiveram uma taxa de cura entre 75% e 73%, respetivamente. Os resultados foram significativamente melhores que os associados à equinácea ou o placebo.
Ajuda contra o cancro de:
- Cérebro
- Pâncreas
- Cabeça e pescoço
- Rim e bexiga
- Pele
- Próstata
- Peito
- Cólon
- Fígado
- Sangue
A própolis é extremamente complexa e contém até 300 compostos ativos. Foi descoberto que estes componentes ajudam no tratamento do cancro de várias formas, entre as quais:
- Prevenir o crescimento de novos vasos sanguíneos para alimentar as células cancerígenas
- Prevenir a disseminação ou metástase do cancro de um órgão para o outro
- Impedindo a divisão de células cancerígenas
- Induzir apoptose ou morte celular programada
Para além disso, também se descobriu que a própolis mitiga os efeitos secundários ou a toxicidade dos medicamentos de quimioterapia utilizados no tratamento do cancro.
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