May 6, 2019

Reflexologia podal para proteger o coração

Reflexologia podal para proteger o coração

A reflexologia podal é uma técnica terapêutica que, utilizando a pressão, consegue enviar estímulos para todo o corpo. As áreas conhecidas como zonas de reflexo são as áreas que correspondem a diferentes partes do nosso corpo. Por agora, vamos prestar especial atenção ao ponto de estímulo que afeta a saúde do coração.

 Ponto reflexo do coração na reflexologia podal

O coração encontra-se refletido na planta do pé esquerdo. Mais especificamente, no plantar medial, debaixo do segundo dedo do pé conhecido como Digitus Secundis Pedis. Um pouco mais abaixo, encontra-se o ponto reflexo do fígado. Sendo que, para uma boa saúde cardiovascular, é necessário estimular ambas as zonas.

A insuficiência cardíaca é uma doença grave na qual a quantidade de sangue bombeado para o coração não é suficiente para um funcionamento adequado. Esta deficiência reduz o desempenho cardíaco. Para ajudar o nosso órgão principal a manter-nos vivos, é necessário estimular as áreas referidas anteriormente.

Reflexologia podal para proteger o coração

Benefícios da reflexologia podal para o coração

As pessoas com problemas cardíacos, sentem-se frequentemente fatigadas, com pouca energia, fracas e cansadas. Isto deve-se ao facto de o coração não receber sangue suficiente. A reflexologia podal tem grandes benefícios uma vez que reduz os riscos cardíacos da seguinte forma:

  1. Ao pressionar a área do pé esquerdo correspondente ao coração, a circulação sanguínea será melhorada. Ao trabalhar esta parte do corpo, é enviado sangue rico em oxigénio para as artérias principais, ajudando desta forma a atividade glandular.
  2. Os movimentos e a pressão na parte que reflete o fígado localizada na parte média do pé direito ajuda a melhorar o seu funcionamento. Não esquecer que o fígado é um dos órgãos que protegem o coração, filtra toxinas, desintoxica o corpo e favorece o depósito de vitaminas A, D, E e K.

Felizmente, a reflexologia podal tem demonstrado os seus benefícios para a saúde ao longo dos anos. Através de massagens em diferentes zonas das plantas dos pés é possível evitar determinadas doenças, incluindo os problemas cardíacos. Uma arte milenar cujos poderes ainda não foram totalmente explorados.

Apr 20, 2019

Vitamina B para reverter a progressão do Alzheimer

Vitamina B para reverter a progressão do Alzheimer

Um estudo realizado pela Universidade de Oxford determinou que as vitaminas B podem reverter a progressão da doença de Alzheimer. Uma descoberta que representa uma esperança importante para os doentes cujo declínio cognitivo pode ser travado. Estes são os desenvolvimentos mais recentes relativamente a esta doença neurodegenerativa.

 A importância da vitamina B na luta contra a doença de Alzheimer

 O Departamento de Neurociências Clínicas na Universidade de Nuffield em Oxford foi o responsável pela investigação do poder das vitaminas B em doentes que padecem de Alzheimer. O respetivo ensaio clínico foi realizado em 156 pessoas com transtorno cognitivo leve e aumento do risco de demência. Os resultados a este respeito foram muito esclarecedores. A vitamina B permitiu uma diminuição na atrofia da matéria cinzenta através da redução da homocisteína. Isto é, implicou uma redução decisiva na deterioração cognitiva causada pela doença de Alzheimer.

 Por outro lado, os investigadores também realizaram outros testes neurológicos que, eventualmente, permitiram concluir a importância de suplementos de vitamina B para travar a atrofia em regiões específicas do cérebro.

 O que é a homocisteína?

 Estamos perante um aminoácido ou um composto químico produzido no nosso organismo. Os níveis elevados de homocisteína têm sido relacionados diretamente com sintomas de Alzheimer e o risco de acidente vascular cerebral. O principal motivo é a falta de vitamina B no organismo e ácido fólico.

 De que forma podemos melhorar a nossa saúde neste sentido? Graças aos suplementos alimentares, bem como uma dieta baseada na ingestão de:

Cereais integrais.
Lentilhas.
Arroz integral.
Bananas.
Frango.
Fígado de novilho ou porco.
Laticínios.
Espargos.
Sardinhas.
Salmão.
Ameijoas.

a doença de Alzheimer

A melhor forma de proteger o nosso cérebro é através do consumo de vitaminas B, por exemplo, a vitamina B6, B9 e B12. Desta forma, os cientistas descobriram como travar o encolhimento do cérebro.

 Trata-se de uma proteção natural para travar o envelhecimento neuronal. No entanto, é importante não exceder as doses recomendadas de vitamina para evitar outros riscos paralelos.

Em suma, as pessoas que têm baixos níveis de vitamina B12 ou de ácido fólico têm um maior risco de desenvolver doença de Alzheimer no futuro. Uma descoberta para combater a demência nos idosos.

 Para verificar o estado do seu sistema nervoso através da cinesiologia, pode utilizar o kit de filtros de doenças do cérebro e sistema nervoso, entre as quais se encontra o Alzheimer.

 Se quiser testar uma eventual carência de vitaminas B, também pode utilizar o kit de vitaminas.

Apr 3, 2019

3 suplementos naturais que melhorar os sintomas da doença de Crohn

doença de Crohn

A doença de Crohn é uma doença autoimune que envolve a inflamação de qualquer parte do trato digestivo, desde o intestino até ao ânus. Em doenças autoimune, é o próprio organismo que ataca o paciente. Neste caso, a sua mucosa intestinal. Como podemos minimizar os sintomas da doença de Crohn sem recorrer a medicamentos?

Tratamento natural para a doença de Crohn

Infelizmente, a doença de Crohn é uma doença crónica que atualmente não tem uma solução clara. No entanto, o tratamento é voltado principalmente para paliação dos sintomas, que geralmente são:

  • Dor abdominal.
  • Cólicas.
  • Falta de apetite.
  • Perda de peso.
  • Diarreia com ou sem presença de sangue.
  • Fadiga.

Para melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem de Crohn, tem havido uma série de suplementos naturais cuja eficiência parece ter sido demonstrada no campo de pesquisa.

1.- Aloé Vera

O aloé vera é uma das plantas mais recomendadas para o tratamento de muitos distúrbios digestivos. Tem propriedades anti-inflamatórias poderosas, que acalmam substancialmente os efeitos da doença de Crohn. Por outro lado, o seu conteúdo de antioxidantes também reduz a dor e a inflamação.

2.- Extrato de aroeira (borracha de mástique de Chios)

Trata-se de resina natural da árvore Pistacia natural, um tipo de arbusto cuja origem se encontra na área do Mediterrâneo. Estudos científicos mostraram que o consumo diário de três cápsulas de borracha de mástique de Chios diminui significativamente a atividade da doença de Crohn. Por outro lado, o peso corporal dos pacientes aumentou, diminuindo assim o Índice de Risco Nutricional. Isto deve-se principalmente ao consumo desta planta que reduz o número de movimentos intestinais diários, melhorando assim a absorção de nutrientes pelo organismo.

doença de Crohn

3.- Curcuma

Popularmente conhecida como açafrão indiano, a curcuma é muito apreciada em cozinhas em todo o mundo pelas suas extensas propriedades contra o stresse e as doenças infeciosas. A eficácia terapêutica da curcuma foi demonstrada cientificamente em pacientes com doença de Crohn. Esta planta consegue reduzir a resposta inflamatória do intestino, bem como o desenvolvimento de colite induzida por agentes bacterianos ou químicos.

Sem dúvida, uma dieta saudável é essencial para aliviar os sintomas desta doença. Por esta razão, é importante incluir também na sua dieta, nutrientes saudáveis como betacaroteno da cenoura, iogurte natural rico em probióticos, alho por ser um excelente antibiótico natural, cebola pela quercetina que contém, ácidos gordos polinsaturados como óleo de peixe, bananas, etc.

Para esclarecer algumas das causas subjacentes a uma doença inflamatória intestinal, podemos valer-nos da cinesiologia. Através de um teste completo, podemos avaliar todo o corpo, prestando mais atenção às diferentes partes do sistema digestivo, avaliando o estado da mucosa intestinal, o sistema imunológico intestinal, os níveis de histamina, verificar se existe alguma infeção bacteriana, parasitas, leveduras, etc.

Também é possível verificar qual o tipo de processos inflamatórios que estão a ter lugar, através do teste de inflamações.

Não podemos esquecer, garantir a restrição dos alimentos que podem estar a deteriorar ou agravar a doença através de um teste de alergias e intolerâncias alimentares.

Como alimentar-se de forma inteligente

Por vezes não se conhece a origem da doença mas a única certeza é que a comida é a origem de uma boa saúde pelo que a alimentação é o nosso melhor remédio, para além de que é necessário comer nos alimentarmos, não para subsistir como dizia Hipócrates “Que a comida seja o teu remédio e o remédio a tua comida”. Atualmente é paradoxal o facto de a sociedade com mais recursos alimentares ser muitas vezes a mais desnutrida devido principalmente aos maus hábitos e ao excesso de produtos animais em detrimento dos vegetais que possuem fito elementos.

Para compreender isto, é necessário partir dos conceitos básicos e respetiva função alimentar, existem fito elementos primários que são os hidratos de carbono, as gorduras, as proteínas, as vitaminas, os oligoelementos e os minerais, mas também existem os fito elementos secundários, que é no que nos vamos concentrar hoje.

São cerca de 30.000 substâncias diferentes que não servem diretamente para o crescimento da planta mas sim como proteção face a produtos danosos como raios UVA, tóxicos ambientais, etc. Mas que no ser humano tem uma série de funções especialmente em termos de proteção e antioxidação.

Se os nossos antepassados comiam 4 g diários destas substâncias; nós não chegamos nem a 1 g diário. Estas substâncias antioxidantes funcionam muito melhor se já se encontra no corpo antes de surgir em substâncias tóxicas, pelo que seria conveniente ingeri-las antecipadamente, isto é, a sua função é protetora mas atuam melhor a partir da prevenção. Existem aproximadamente quinze substâncias fundamentais na nossa dieta habitual:

Carotenóides: São pigmentos que fornecem as cores amarelo e vermelho características de muitas frutas e hortaliças, também se encontram nas folhas verdes escuras. Contribuem para a saúde da pele, a saúde cardiovascular e ocular, para além de terem propriedades antitumorais e o efeito antioxidante pode proteger a saúde do esperma no homem.

Inibidores de enzimas: São inibidores da digestão, as leguminosas sementes e cereais. Tem efeitos anticancerígenos.

Polifenóis: Dão a cor e o aroma às frutas vermelhas, verduras, cebola e existem dois grupos importantes, os flavonóides e os ácidos fenólicos. Destaca a sua ação antioxidante travando o envelhecimento para além das suas propriedades anti-inflamatórias e antialérgicas protegendo o nosso sistema imunológico. Também aumenta a atividade da vitamina C graças ao qual se produz naturalmente vitamina C.

Fito estrógenos: São substâncias semelhantes a hormonas em leguminosas cereais e linhaça. Atuam como estrógenos e servem sobre tudo para reduzir os sintomas da menopausa.

Fito esteróis: São substâncias semelhantes ao colesterol, óleos vegetais prensados a frio como os conteúdos das nozes. A sua principal propriedade é o facto de bloquearem a absorção do colesterol a nível intestinal mas também ajudam a reduzir a hipertensão, melhoram o nosso bem-estar geral, prisão de ventre e também previnem doenças cardiovasculares como consequência da redução do colesterol.

Saponinas: São as substâncias amargas contidas na soja, ervilhas, feijões verdes, espinafres, que têm uma função nas mucosas digestivas para digerir determinadas substâncias. A sua estrutura molecular é muito parecidas com as das hormonas esteroides do corpo, como estrógenos e testosterona, pelo que melhoram o ambiente hormonal do nosso corpo, mas têm também propriedades diurética, expetorantes, anti-inflamatórias, antioxidantes, cardioprotectores e adaptogénicas.

Sulfitos: São substâncias picantes e aromas em alhos franceses e semelhantes. Com grandes propriedades antioxidantes ey antibacterianas.

Terpenos: Aromas e essências em especiarias e ervas como o alecrim e tomilho. Também são usadas em aromaterapia pelas suas propriedades medicinais como sedante, calmante e efeitos adaptógenos.

Glucosinolatos: São substâncias picantes e aromas, encontram-se em todas as crucíferas, couves e rabanetes. Têm propriedades rubefacientes, anti-inflamatórias e anticancerígenas.

Principais funções dos fito elementos secundários.

  • Proteção contra o cancro todos eles especialmente as crucíferas.
  • Proteção contra as infeções especialmente o alho, o alecrim e o tomilho.
  • Imunidade, especialmente as verduras de folha verde, os cereais, o alho e a cebola.
  • Regulam o nível do colesterol, principalmente a veia, o alho, as leguminosas, maçãs e nozes.
  • Efeito antioxidante como o alho, cenoura, cítricos ou morangos.
  • Diminuem a tensão arterial como o alho e o aipo.
  • Função de anticoagulação e antitrombótico especialmente o alho, a cebola, os cítricos, a maçã e o chá verde.
  • Reguladores da glicemia, como os inibidores de enzimas e tudo o que contenha fibra e em especial os terpenos.
  • Função anti-inflamatória em especial los polifenóis e sulfitos.
  • Melhoria da digestão como os sulfitos e as fibras.

 

Angel Salazar

Kinepharma

Feb 15, 2019

Duas estirpes de bactérias reduzem os sintomas de alergia, equilibrando a função imunológica

estirpes de bactérias

Quando o sistema imunitário reage de forma exagerado a algo no ambiente que é inofensivo para a maioria das pessoas, ocorre uma reação alérgica.

Quando o corpo perceciona uma ameaça de um alérgeno como a poeira ou o pólen, inicia uma ação defensiva. Os efeitos manifestam-se em sintomas, tais como: olhos lacrimejantes e segregação nasal para expulsar o alérgeno do corpo. Estes sintomas da alergia são os últimos numa longa reações em efeito de dominó envolvendo células do sistema imunológico do corpo.

A maior parte das pessoas recorrem a fármacos para eliminar os sintomas. O problema é que os anti-histamínicos, os esteroides e os descongestionantes fornecem apenas alívio temporário. A melhor solução é evitar que o corpo  reaja exageradamente a ameaças inofensivas como o pólen ou a poeira.

Para que isso aconteça, é preciso restaurar o equilíbrio imunológico, e isso significa voltar a capacitar as células dos sistema imunológico, mais especificamente células imunitárias Th2.

As células Th2 também são conhecidas como células T helper tipo 2. Estas células desempenham um papel importante na execução de uma resposta imunitária protetora para invasores estrangeiros, tais como alérgenos.

No sistema imune inato, os glóbulos brancos especializados designados células apresentadoras de antigénio primeiro identificam a substância nociva e realizam um ataque inicial. Seguidamente, informam o sistema imunitário adaptativo sobre a ameaça específica para que possa enviar as forças adequadas para o trabalho.

Quando a ameaça é produzida fora das células, é ativado um tipo de célula T auxiliar designada Th2  que é responsável por neutralizar os invasores. Mas quando a Th2 se torna hiperativa, provoca uma reação exagerada responsável pelas alergias.

As células Th2 ativadas estimulam dois tipos de células imunes: os eosinófilos e as células B.

Os eosinófilos são glóbulos brancos que libertam vários produtos químicos tóxicos que visam a destruição dos organismos invasores.  No caso das alergias, estas “balas” poderosas são disparadas por erro e exercem as suas forças destrutivas nos tecidos do hospedeiro e promovem a inflamação.

As células B libertam anticorpos especializados designados IgE, que seguidamente se unem aos mastócitos e basófilos, munidos de grânulos que contêm moléculas de sinalização tais como histamina, leucotrienos e outros mediadores da inflamação. Estes produtos químicos circular livremente no corpo, provocando sintomas de alergia.

Assim, a predominância exagerada de Th2 é, em última análise, o motivo para os sintomas da alergia.

No entanto, a maior parte dos tratamentos disponíveis atuam apenas quando as células Th2 se descontrolam.  Por exemplo:

  • Os anti-histamínicos bloqueiam a atividade da histamina, mas apenas depois de as moléculas de histamina tóxica serem libertadas dos mastócitos.
  • Os esteroides podem suprimir a inflamação induzida pelos eosinófilos ativados, mas apenas após terem sido estimulados pela atividade Th2, e de os mediadores químicos da inflamação terem sido libertados.
  • E os descongestionantesatuam reduzindo a secreção nasal e os olhos lacrimejantes, mas apenas após de a histamina ter surtido efeito.

sintomas de alergia

 Investigações científicas sobre as células TH2 do sistema imune

Cientistas do Japão e dos Estados Unidos descobriram dois compostos que ajudam a reestabelecer o equilíbrio das células Th2  e reduzem as respostas alérgicas do sistema imunológico.

Estes dos ingredientes são; o fermentação de levadura e o Lactobacillus acidophilus L-92. 

Ambos, reduzem os sintomas, diminuindo a resposta alérgica ao pólen e outros alérgenos, sem recorrer a medicamentos anti-inflamatórios, anti-histamínicos ou descongestivos.

Quando os pacientes alérgicos receberam o tratamento com fermentação de levadura e Lactobacillus acidophilus L-92  os resultados de três estudos diferentes revelaram:

  • 43%menos de dias com congestão nasal,
  • 24% deredução nas fossas nasais inflamadas, e
  • 31% deredução nos sintomas oculares.

Estes estudos científicos, mais uma vez demonstram a grande importância das bactérias intestinais no bom funcionamento do sistema imunológico.

Para muitas pessoas que sofrem de alergias sazonais, esta reação exagerada do sistema imunitário tem início no aparelho digestivo.

Para testar as alergias, é possível utilizar várias ampolas, como a de alergia comum, D30 e D60, ou a ampola de Histidina. Também é possível utilizar um kit de Teste de alergias ou um kit de alergias a pólenes se o problema surgir na primavera.

 

Jan 17, 2019

Relação entre a saúde das gengivas e o envelhecimento

a saúde das gengivas e o envelhecimento

A doença periodontal está associada a distúrbios por todo o corpo, incluindo doenças cardiovasculares, pulmonares, renais, ósseas ou mentais, como o Alzheimer.

A boca é “um potencial reservatório de bactérias com capacidade de promover doenças intestinais.

A doença periodontal afeta mais de 70% das pessoas com mais de 65 anos.

Os dentes e as gengivas que não são saudáveis podem causar distúrbios em praticamente todas as partes do corpo. A ligação mais direta é o efeito da doença periodontal no microbioma oral, a comunidade natural de micróbios que vivem na cavidade oral. Quando saudável, o microbioma oral apoia e protege as membranas mucosas delicadas e a superfície dos dentes.

No entanto, uma higiene oral inadequada, bem como uma alimentação e estilo de vida inadequados, medicamentos e doenças, podem alterar este equilíbrio microbiológico delicado.
O desequilíbrio microbiano resultante, muitas vezes designado disbiose, permite o crescimento excessivo de organismos patogénicos (causadores de doenças) na cavidade bocal.

Consequentemente, causa estragos no sistema imunológico normal e cria um ciclo vicioso que pode ter efeitos adversos sobre outros sistemas do corpo, causando problemas de saúde em partes do corpo mais longe da boca.

Para evitar estes efeitos, os cientistas realizaram uma extensa pesquisa sobre os probióticos, e finalmente identificaram duas estirpes de bactérias que podem parar este processo em duas frentes:

  • Streptococcus salivarius M18, que mata as bactérias orais nocivas e ajuda a reequilibrar o microbioma oral, e
  • Lactobacillus plantarum L-137, que aumenta a função imunológica oral e promove a cura.

Enquanto algumas bactérias protegem os dentes e gengivas, outras bactérias e micro-organismos causam cáries e doenças periodontais. Estas últimas, decompõem os compostos alimentares designados hidratos de carbono fermentáveis, produzindo subprodutos, tais como o ácido lático e outros ácidos orgânicos que promovem a desmineralização do esmalte e da dentina. Este amolecimento do esmalte está na origem do desenvolvimento da cárie dentária.

Em determinadas circunstâncias, as bactérias nocivas excretam uma substância semelhante à cola que ajuda a formar uma biopelícula, vulgarmente designada placa. Esta placa é uma agregação viva de várias bactérias e fungos que adere à superfície do esmalte dos dentes. Esta biopelícula é a raiz da doença dental.

Com o passar do tempo, a placa endurece e adquire vários minerais, passa então a momento designar-se tártaro.

A gengivite ocorre quando a placa dental estimula uma resposta imune nos tecidos moles em torno dos dentes, fazendo com que as gengivas fiquem inchadas, irritadas e chegando mesmo a sangrar muito facilmente.

Se não for tratada, a gengivite pode progredir para periodontite, uma condição em que determinadas bactérias destroem as estruturas de suporte dos dentes, o que, em última instância, pode levar à perda do dente.

As investigações mais recentes lograram demonstrar que a doença periodontal tem consequências de grande alcance que se propagam à maioria dos sistemas do corpo, em grande parte como resultado de alterações inflamatórias e outras interrupções na via de sinalização em todo o corpo. A doença das gengivas está associada a transtornos do cérebro, coração, pulmões, rins, fígado, ossos e vasos sanguíneos, sendo que qualquer um deles pode promover o envelhecimento e afetar a nossa esperança de vida.

a saúde das gengivas

A escovagem mecânica quebra a biopelícula, em certa medida, e com a lavagem e utilização de fio dental, ajuda a eliminar os hidratos de carbono fermentáveis. No entanto, é possível fazer ainda mais para combater o que é essencialmente um inimigo bacteriano.

A boa notícia é que reequilibrar o microbioma oral pode reduzir a placa carregada de bactérias, resultando em reduções significativas na inflamação por todo o corpo.

Isto significa que melhorar a saúde dos nossos dentes e gengivas é fundamental, não só para estas estruturas orais, mas também para a preservação da nossa saúde em praticamente todos os sistemas do corpo.

Em conjunto, estas duas estirpes probióticas benéficas descritas neste artigo reequilibram o microbioma oral e aumentam a imunidade por via oral.  Os cientistas mostraram que isto, por sua vez, inibe a doença periodontal e protege a saúde geral do corpo.

 

Dec 26, 2018

Por que razão os suplementos de vitamina B12 contêm cianeto?

Suplementos de Vitamina B12

A maior parte dos consumidores desconhece que o cianeto está presente numa ampla gama de vitaminas e alimentos numa forma conhecida como cianocobalamina.
Felizmente, o cianeto tem um potencial muito baixo no que diz respeito a provocar danos, porque está ligado organicamente à cobalamina (vitamina B12), o que ajuda à sua eliminação do organismo. No entanto, será perfeitamente removido, sempre que o organismo estiver a funcionar corretamente e desde que a pessoa não possua uma exposição significativa a substâncias químicas ambiental ao cianeto ou compostos xenobióticos relacionados.

A cianocobalamina está presente em 99% das vitaminas do mercado que contêm B12, porque é relativamente barata (recuperada a partir das lamas de águas residuais ativadas ou produzida por síntese química total) e estável (não perecíveis).
Apesar da sua ampla utilização, não é uma forma ideal de vitamina B12, uma vez que o cianeto deve ser eliminado da cobalamina antes de conseguir cumprir as suas funções biológicas essenciais no organismo. Apesar da diversidade existente de estudos sobre o valor potencial da vitamina B12 ligada ao cianeto, também tem potencial para causar danos.

Na verdade, quando uma pessoa padece de envenenamento por cianeto, como por vezes acontece após a inalação de fumo, o que é lhe é administrado para remover o cianeto? A hidroxocobalamina, uma forma natural da vitamina b12, que se liga facilmente ao cianeto e se transforma em cianocobalmina (que retira o cianeto, colocando-o numa situação ideal para desintoxicação e eliminação), que posteriormente é excretado rapidamente do corpo através dos pulmões e rins.

Vitamina B12

As pessoas com mais peso ou maior exposição ao cianeto, como por exemplo os fumadores, são menos propensos a serem capazes de desintoxicar efetivamente o cianeto adicional consumido através da sua dieta ou suplementos, que torna os níveis aparentemente benignos encontrados em algumas vitaminas e alimentos sejam um verdadeiro problema.

Na verdade, esta não é a primeira vez que pondera a eventual toxicidade da cianocobalamina. Em 1992 foi publicado um relatório da Royal Society of Medicine dos Estados Unidos onde se discutia a sua retirada da utilização nos suplementos com vitaminas. Outro estudo publicado em 1997 na revista Blood, confirmou que a cianocobalamina “antagoniza a vitamina B12 in-vitro e provoca a morte celular por deficiência de metionina” .
O cianeto em forma não vitamínica, obviamente, é extremamente tóxico. Curiosamente, a cianocobalamina é classificada como um poluente ambiental (no ar) perigoso, conhecida por causar problemas graves de saúde.

Uma abordagem completamente diferente para manter os níveis adequados de vitamina B12 é através do apoio à microbiota do intestino, uma vez que estas bactérias benéficas são proficientes na produção desta vitamina essencial. Lactobacillus reuteri, por exemplo, tem sido estudada pelas suas propriedades produtoras de vitamina B12. Outras fontes de alimentos de B12 biologicamente ativa incluem cogumelos brancos, espirulina e chlorella.

 A forma ideal da vitamina B12 suplementar é a metilcobalamina, que embora seja mais cara, é capaz de absorver muito bem por via sublingual e está preparada para as células na forma de metilo.
Também é necessário ter em conta que a categoria de medicamentos conhecidos como inibidores da bomba de protões (bloqueadores do ácido do refluxo) evitam a absorção de vitamina B12 e os alimentos no microondas também desativam esta vitamina.

Finalmente, é necessário ter em conta que se ao realizarmos o nosso teste de vitaminas, contatarmos uma deficiência de vitamina B12, é necessário avaliar se o problema tem origem no tipo de dieta (alimentação carente de proteínas) do paciente ou realizar um teste do aparelho digestivo para avaliar a possibilidade da existência de um problema ao nível das membranas mucosas, infeções latentes, metais pesados ou qualquer outra causa que tenha reduzido a capacidade do mesmo.

 

Dec 13, 2018

13 Propriedades medicinais do óleo de coco baseadas em provas

13 Propriedades medicinais do óleo de coco baseadas em provas

Se por um lado o óleo de coco sofreu um determinado desprestígio devido a uma certa deturpação nos últimos anos, raramente recebe a apreciação que realmente merece. Não só é uma gordura saturada “boa”, o óleo de coco também é um agente curativo excecional, com variadíssimas aplicações úteis para a saúde.

Alguns exemplos desta gordura saturada “boa” incluem

  • Queima gordura: Irónico, não é? Uma gordura saturada que pode acelerar a perda de gordura na região abdominal. Atualmente existem dois estudos fiáveis levados a cabo em humanos que mostram que apenas duas colheres por dia (30 ml), tanto em homens como em mulheres, conseguem reduzir a gordura abdominal num intervalo de tempo de 1 a 3 meses.
  • Reforço do cérebro: Um estudo publicado em 2006 na revista Neurobiology of Aging, demonstrou que a administração de triglicéridos de cadeia média (que se encontram mais frequentemente no óleo de coco) em 20 sujeitos com doença de Alzheimer ou deterioração cognitiva leve, teve como resultado aumentos significativos em corpos cetónicos (apenas 90 minutos após o tratamento) associados a uma melhoria cognitiva percetível nos casos com disfunção cognitiva menos grave.
  • Elimina os piolhos: Quando combinado com spray de anis, observou-se que o óleo de coco foi superior ao inseticida permetrina.
  • Cicatrização de feridas: O coco é utilizado para cicatrizar feridas desde que há memória. Três dos mecanismos identificados que justifica estes efeitos curativos são a sua capacidade para acelerar a reepitelização, melhorar a atividade da enzima antioxidante e estimular uma maior reticulação do colagénio no tecido que está a ser reparado.
    Ficou demonstrado também que o óleo de coco funciona de forma sinérgica com os tratamentos tradicionais, como a sulfadiazina de prata, para acelerar a recuperação das feridas por queimaduras.
  • Alternativa a AINE: Os fármacos anti-inflamatórios não  esteroides ou AINE são medicamentos utilizados para tratar tanto a dor como a inflamação.
    No entanto, ficou demonstrado que o óleo de coco também tem propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e ajuda a reduzir a fevre, pelo que seria uma alternativa aos fármacos convencionais.
  • Atividade contra a úlcera: Curiosamente, o leite de coco (que inclui componentes de óleo de coco), demonstrou ser tão eficiente como o sucralfato convencional (antiulceroso).

óleo de coco

  • Antifúngico: em 2004, foram isoladas 52 espécies de Cândida e foram expostas ao óleo de coco. Os resultados mostraram que a espécie mais notória, a Cândida albicans, regista a maior suscetibilidade.
    Os investigadores recomendaram o óleo de coco para o tratamento de infeções fúngicas tendo em conta a resistência de algumas espécies de Cândida que são mais resistentes a outros medicamentos antifúngicos.
  • Aumento da testosterona: foi possível comprovar que o óleo de coco reduz o stresse oxidativo nos testículos, o que resulta em níveis significativamente mais elevados de testosterona.
  • Reduzir o aumento da próstata: foi possível constatar que o óleo de coco reduz o crescimento benigno da próstata induzido pela testosterona.
  • Melhoria dos lipídios no sangue: O óleo de coco melhora constantemente a proporção de LDL: HDL no sangue dos que a consomem. Tendo em conta tudo isto, o óleo de coco não devia ser descartado por ser “uma gordura saturada que obstrui as artérias”.
  • Absorção de nutrientes solúveis em gordura: Descobriu-se recentemente que o óleo de coco é superior ao óleo de cártamo para melhorar a absorção de carotenoides do tomate.
  • Saúde óssea: Ficou demonstrado que o óleo de coco reduz o stresse oxidativo no interior do osso, o que pode prevenir o dano estrutural no osso osteoporótico.
  • Protetor solar: O óleo de coco bloqueia os raios UVA em 30%.

Obviamente, quando falamos de óleo de coco, só estamos a ver uma parte da incrível palma de coco.

No entanto, cada componente, incluindo a fibra de casca de coco , a proteína de coco e a água de coco, têm aplicações terapêuticas que foi possível confirmar empiricamente.

Nov 20, 2018

Reparar a mucosa gástrica e vencer o Helicobacter Pylori sem antibióticos

mucosa gástrica

acidez do estômago é benéfica uma vez que age como uma defesa primária contra as infeções e como ajuda nas primeiras fases da digestão. O corpo protege os seus próprios tecidos delicados do ácido do estômago com sistemas que requerem um equilíbrio preciso.

O mecanismo de defensa mais importante é formado pelas células parietais. Estas células atapetam o revestimento do estômago, segregando uma camada espessa de mucosidade protetora. No entanto, se as defesas naturais do corpo contra os ácidos estomacais estiverem debilitadas, pode provocar transtornos estomacais como a gastrite e a úlcera péptica.

A gastrite é a inflamação das paredes que formam o revestimento do estômago. Nem sempre produz sintomas, mas quando surgem, podem incluir dor abdominal, náuseas, vómitos e indigestão. Se por um lado este processo pode ser desencadeado por uma grande variedade de fatores, uma das causas mais comuns é a infeção pela bactéria H. pylori.

Helicobacter Pylori é uma causa importante de transtornos estomacais e intestinais, tais como úlceras estomacais e em duodeno (o início do intestino delgado), gastrite e cancro de estômago.

Com o passar do tempo, a H. pylori desgasta a barreira essencial da mucosa, deixando o tecido do estômago e do intestino delgado debilitado e exposto aos ácidos fortes produzidos ao comer e digerir.

Quando incrustada no revestimento mucoso, esta bactéria provoca uma afluência de células inflamatórias do sistema imunológico ao segregar “fatores de virulência” fortes.

Estas proteínas bacterianas bloqueiam a função normal de determinadas células imunitárias, aumentando simultaneamente a produção de radicais livres, e estimulam outro grupo de células imunológicas para produzir citoquinas inflamatórias (mensageiras responsáveis por transmitir o sinal a novas células inflamatórias para que se concentrem nessa zona. H. pylori pode ser tratada eficazmente com antibióticos. No entanto, existem provas convincentes de que a combinação única do mineral zinco com o peptídeocarnosina decorrente de aminoácidos, proporciona ações eficientes contra H. pylori e restaura de forma segura a saúde do estômago.

A suplementação com zinco demonstrou durante muito tempo que proporciona efeitos gastroprotetores e o nutriente carnosina pode aumentar ainda mais estes efeitos.

Zinco-carnosina oferece uma abordagem integral para abordar problemas estomacais como a gastrite e as úlceras pépticas. Para começar, elimina a origem do problema ao acelerar a erradicação da H. pylori. Também foi demonstrado que neutraliza os radicais livres e reduz a inflamação.

Para além de aumentar a produção de um fator de crescimento, importante para a reparação da ferida gástrica, a combinação de zinco-carnosina também repara o revestimento mucoso danificado ao estimular a secreção da nova mucosa gástrica.

gastrite

Os estudos em humanos permitiram demonstrar essa eficácia ao comprovar de que forma conseguem reduzir os sintomas associados às úlceras, ao mesmo tempo que melhoram ou curam a área danificada.

Para a realização do estudo, os cientistas administraram 150 mg de zinco-carnosina diariamente a 25 pacientes com diagnóstico de úlceras gástricas.

Após oito semanas, os resultados indicaram:

  • 63,6% de redução de acidez estomacal,
  • 80% de redução de arrotos,
  • 66,7% de redução de náuseas,
  • 76,9% de redução de distensão abdominal, e
  • Redução de 71%de sensibilidade do estômago.

Os investigadores também confirmaram:

  • O desaparecimento de dores noturnas em 91%dos participantes, e
  • Cura de 65% dos sujeitos durante a avaliação endoscópica.

Mas as provas científica de que nos pode ajudar no tratamento contra a H. Pylori não ficam por aqui.  Os cientistas levaram a cabo uma investigação de cerca de 700 variedades de Lactobacillus, durante a qual identificaram uma variedade, Lactobacillus Reuteri, com capacidade de fixar-se aos organismos de H. pylori e retirá-los inofensivamente do trato gastrointestinal.

Com a ajuda desta variedade, é possível reduzir substancialmente o número de bactérias H. pylori que residem no estômago, sem necessidade de abordar um tratamento com antibióticos.

Se pretende utilizar a kinesiología para diagnosticar uma infeção por H. Pylori, pode utilizar o kit de teste de bactérias, e para avaliar o estado do nosso sistema digestivo, incluindo, mucosas, estômago, duodeno, intestino delgado e grosso, pode utilizar o kit de teste de órgãos.

 

Nov 2, 2018

Porque razão todos deviam fazer um teste de intolerâncias alimentares

intolerâncias alimentares

As intolerâncias alimentares subjacentes são um aspeto que, por vezes, passa despercebido na nossa saúde geral. Ao contrário de alergias alimentares (que muitas vezes apresentam sintomas mais agudos), as intolerâncias alimentares não implicam sintomas graves, no entanto, acabam por afetar o trato gastrintestinal, a permeabilidade intestinal e originam uma série de sintomas secundários que podem variar de pessoa para pessoa.

Quando falamos de intolerâncias alimentares, referimo-nos aos alimentos que o nosso organismo não descompõe enzimaticamente, conduzindo a uma integridade intestinal enfraquecida. Em caso de intolerância alimentar, geralmente os sintomas manifestam-se algumas horas após a ingestão.

No entanto, os sintomas podem demorar até 48 horas a manifestar-se e podem durar horas ou mesmo dias, o que faz com que estes alimentos sejam especialmente difíceis de identificar. Para além disso, se consumirmos frequentemente alimentos aos quais somos intolerantes, pode ser difícil relacionar os sintomas com um determinado alimento.

Se estas intolerâncias não forem detetadas ao longo de meses ou anos, consumindo alimentos a que somos intolerantes, os sintomas tornam-se problemas crónicos, decorrentes da inflamação sistémica que provoca artrite, enxaquecas, distúrbios digestivos, problemas de pele e doenças autoimunes.

Se, pelo contrário, detetamos as intolerâncias alimentares que nos afetam e eliminarmos completamente os alimentos através de uma dieta de eliminação, pode curar o intestino, aumentar a integridade da mucosa intestinal e substituir as culturas de probióticos efetivamente, o que leva a uma diminuição de sintomas crónicos secundários.

Embora as intolerâncias alimentares não sejam a causa de todos os desequilíbrios, o facto de conhecermos as que nos afetam desempenha um papel importante em qualquer plano abrangente para a saúde e bem-estar, e muitas vezes é uma possível solução para eliminar os sintomas persistentes e “aleatórios” que não podem ser associados a qualquer outra coisa.

Ao substituir ou eliminar as intolerâncias alimentares, o intestino tem uma capacidade notável de melhorar o seu estado, e após um tratamento adequado de recuperação, é possível voltar a introduzir esses alimentos.

De uma forma geral, se o seu intestino estiver bom de saúde, o resto do corpo também estará.

Embora os sintomas de intolerância alimentar variarem, envolvem frequentemente o sistema digestivo, a pele e o sistema respiratório.

intolerancias alimentarias

Os sintomas mais comuns incluem:

Diarreia
Prisão de ventre
Inchaço
Erupções
Dores de cabeça
Névoa mental
Náuseas
Fadiga extrema
Dores musculares
Dores abdominal
Corrimento nasal
Refluxo
Vermelhidão na pele

As intolerâncias alimentares são geralmente diagnosticadas com dietas de eliminação, destinadas especificamente a reduzir o alimento prejudicial.

Nas dietas de eliminação suspende-se o consumo de alimentos frequentemente associados às intolerâncias durante um período de tempo até reduzir os sintomas. Seguidamente, os alimentos são reintroduzidos um a um, enquanto se procede à monitorização dos sintomas.

Este tipo de dieta ajuda a identificar quais os alimentos que estão na origem dos sintomas.

No entanto, para acelerar este processo de diagnóstico e obter resultados bem-sucedidos, podemos realizar um teste kinesiológico para intolerâncias alimentares. Para tal, testaremos todos os filtros de cada um dos alimentos que fazem parte do kit de intolerâncias alimentares.

Através da resposta da nossa cadeia muscular perante o estímulo provocado pelo filtro do alimento, é possível determinar corretamente quais os alimentos que devemos deixar de consumir e quais podemos continuar a consumir.

Para além disso, é necessário realizar um teste completo, enfatizando o nosso sistema digestivo para especificar o tratamento de recuperação a seguir. Será igualmente importante comprovar se existe algum tipo de inflamação aguda ou crónica que seja necessário tratar e como tratá-la.