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May 12, 2017

As emoções positivas e o sistema endócrino

Emoções positivas e hormonas

Emoções positivas e hormonas

As nossas emoções são o resultado de reações químicas que ocorrem no nosso corpo.

As hormonas são responsáveis pelo desencadeamento destas reações químicas. Despertam estímulos que se traduzem a nível mental por emoções negativas, como a raiva e a tristeza, ou emoções positivas, tais como o amor e a felicidade.

Dominar estes estímulos, pode ajudar-nos a sermos conscientes de quais as hormonas que devem ser sintetizadas para que a nossa mente esteja recetiva às emoções positivas e, acima de tudo, sabermos de que forma podemos aumentar os seus níveis no nosso organismo.

Na presença de estados de depressão crónica, é importante saber se as nossas hormonas e neurotransmissores são corretamente sintetizados pelo nosso sistema endócrino. Para tal, a cinesiologia pode ajudar-nos a fazer um teste do sistema endócrino.

Emoções positivas e endorfinas

As endorfinas são os analgésicos naturais do corpo, uma vez que bloqueiam a dor. A maior parte das pessoas sabe que o exercício liberta endorfinas, mas desconhecem a razão pela qual são produzidas. Há muito tempo atrás, na idade da pedra, as endorfinas tinham um papel muito importante na sobrevivência dos nossos antepassados, permitiam escapar aos predadores e garantiam a sua sobrevivênciaapesar da dor. Atualmente, já não precisamos de fugir aos predadores, razão pela qual só produzimos endorfinas quando realizamos exercícios anaeróbicos; estas hormonas ajudam-nos a seguir em frente, mesmo depois de termos esgotado as nossas reservas de oxigénio.

Como aumentar os níveis de endorfinas:

  • Fazer exercício para lidar com a dor crónica.
  •  Ingerir alimentos picantes, uma vez que a língua tem recetores que reagem às especiarias, enviando mensagens ao cérebro semelhantes aos sinais de dor, fazendo com que o cérebro liberte endorfinas.

Emoções positivas e serotonina

A serotonina é a hormona chave da felicidade, regula o humor, previne a depressão, irritação e frustração e faz com que as pessoas se sintam mais felizes e satisfeitas.

Como aumentar os níveis de serotonina:

  • Passar tempo ao sol, uma vez que o sol faz com que o nosso corpo produza vitamina D, o que, por sua vez, provoca a libertação de serotonina.
  • Recordar ou visualizar situações passadas ou projetadas no futuro, situações que nos provocam felicidade, alegria ou bem-estar. O nosso cérebro produz serotonina perante o estímulo provocado por esses pensamentos.
  • Comer alimentos ricos em triptofano, uma substância que o corpo transforma em serotonina.
  • Fazer um treino de baixa intensidade, uma vez que o nosso corpo produz serotonina quando realiza exercício aeróbio, em oposição às endorfinas produzidas durante o exercício anaeróbico.

Emoções positivas e dopamina

Emoções positivas e dopamina

A dopamina é a hormona do prazer, libertada quando alguém se esforça para alcançar um objetivo. A dopamina motiva o trabalho árduo para que possa obter a satisfação de alcançar esse objetivo. Também mantém a mente em estado de alerta e potencia a concentração.
Como aumentar os níveis de dopamina:
• Estabelecer metas diárias, mensais ou mesmo até a longo prazo. O importante é ter um objetivo em mente para concentrar os esforços.
• Definir os objetivos do exercício, uma vez que a dopamina aumenta simultaneamente com a serotonina e endorfinas durante o exercício. A definição de objetivos aumentará ainda mais a produção de dopamina.
• Comer alimentos ricos em proteínas.

Emoções positivas e ocitocina

A ocitocina é a hormona do amor, é libertada em grandes quantidades durante a relação sexual e o parto, mas também durante outros tipos de contacto físico, afetuoso, tais como os abraços ou as carícias. A ocitocina também aumenta os sentimentos de amor e confiança.
Como aumentar os níveis de ocitocina: 
• Demonstrar afeto aos amigos, companheiro(a) e família. Pode abraçar os seus pais, abraçar um amigo ou aconchegar-se com o(a) seu/sua parceiro(a).

Teste de kinesiologia para Citomegalovírus

O citomegalovírus (CMV) é um vírus que infecta, normalmente, indivíduos de qualquer condição e raça, embora afecte mais frequentemente os grupos socialmente desfavorecidos. A maioria das infecções provocadas por este vírus não causa sintomas e só por vezes se manifesta através de uma doença ligeira, embora possa afectar de forma severa recém-nascidos e pessoas imunodeprimidas. É a causa mais comum de infecções congénitas  nos países desenvolvidos.

O citomegalovírus é um vírus da família herpesvirus. Tal como o vírus de Epstein-Barr, herpes simplex, varicela zoster e outros, transmite-se geralmente através da urina, sémen, fezes, sangue do leite materno, saliva, etc., e a sua disseminação requer um contacto próximo entre indivíduos, já que o vírus é muito instável, logo a transmissão ocorre, geralmente, através do contacto directo entre pessoas.

Não devemos confundir a infecção por CMV com a doença por CMV. A primeira consiste na evidência de que existe replicação viral independentemente de sintomas ou sinais, enquanto a segunda se manifesta primeiro, mas os sinais e sintomas são evidentes.

Isto pode manifestar-se como uma síndrome viral mas também como uma doença invasiva.

Como podemos realizar um Teste?

Existem várias ampolas que poderíamos utilizar, como no caso de fetos e recém-nascidos, nos quais poderíamos visualizar a presença de anticorpos IgG na mãe ou no recém-nascido, já que este é o único anticorpo que pode atravessar a placenta e proteger o feto contra infecções.

Mas se a infecção for recente ou aguda em indivíduos de qualquer idade, é muito provável que o IgM e o IgG estejam elevados, portanto utilizaremos essas ampolas, que podem ser encontradas num kit de imunidade, juntamente com a própria ampola do vírus Citomegalovírus que se encontra no kit de Nosodes.

Se, pelo contrário, a infecção for transmitida, iremos detectar um IgG mais elevado do que o IgM. Esses podem persistir durante vários meses após a infecção, ou seja, nem sempre podemos saber se se trata de uma infecção prévia ou actual. Portanto, devemos esperar algum tempo (um máximo de três meses) até que a infecção seja confirmada através do aparecimento de sintomas, o que confirmaria a infecção e doença, ou até verificarmos que o IgM desapareceu, o que confirmaria uma infecção prévia.

 

Angel Salazar

Kinepharma

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