Nov 10, 2019
Analia Iglesias

Relação entre trombose e contracetivos

Relação entre trombose e contracetivos

A utilização regular de contracetivos hormonais está relacionada diretamente com a ocorrência de trombose venosa ou embolia pulmonar nas mulheres. Embora a percentagem de pessoas afetadas ser muito baixa, importa lembrar este facto, porque o risco pode ser inclusivamente fatal. Em especial, no caso de pessoas com historial de tromboembolismo venoso (TEV) na sua família.

 Tipos de contracetivos hormonais

 O risco de trombose venosa ou embolia pulmonar (EP) depende também do tipo de contracetivo tomado. No nosso país, uma mulher em cada 100.000 pode perder a sua vida devido a EP. O drama desta situação é o facto de muitas vezes serem as mulheres jovens e saudáveis que têm uma determinada predisposição congénita para vir a sofrer um TEV ou EP sem o saberem.

 Os contracetivos orais são todos a mesma coisa? A resposta a esta pergunta é absolutamente negativa. Os contracetivos não são todos iguais. Na verdade, as pílulas combinadas compostas por progestógenos são muito mais perigosas do que os contracetivos hormonais que contenham, por exemplo, o levonorgestrel.

 Relativamente ao formato de contraceção não há grande diferença entre eles. Tanto os comprimidos, como os adesivos ou os anéis vaginais têm um risco semelhante quanto à possibilidade do aparecimento de uma trombose venosa ou de uma embolia pulmonar na mulher.

 Portanto, antes de tomar qualquer contracetivo hormonal, é importante realizar exames médicos que descartem a pessoa como perfil de risco. E, obviamente, nunca tomar este tipo de medicação sem consultar o ginecologista.

Relação entre trombose e contracetivos

 

Qual é o perfil das mulheres com risco de TEV ou PE?

 Identificar as mulheres que podem desenvolver este tipo de doença devido ao consumo de contracetivos é essencial para evitar riscos desnecessários. Os distúrbios congénitos mais comuns relacionados com estes distúrbios circulatórios são:

  • Alterações genéticas, tais como, a mutação do gene da protrombina 20210 ou a presença do Fator V.
  • Défices de proteína C ou S e antitrombina.
  • A síndrome antifosfolipídica, também conhecida com a Síndrome de Hughes que consiste num quadro de hipercoagulabilidade causada por anticorpos.

 Resumidamente, se uma mulher com estas características quiser tomar contracetivos orais, é essencial que considere antes outras opções que não prejudiquem a sua saúde ou muito menos a sua própria vida.

 Finalmente, para reduzir os casos de TEV ou EP como consequência do consumo de contracetivos hormonais, os médicos devem informar as suas pacientes sobre como identificar os respetivos sintomas (inchaço ou vermelhidão das extremidades inferiores ou superiores, dor no peito, tosse com perda de sangue, etc.). Apesar de a trombose venosa ser a terceira causa de morte cardiovascular por enfarto agudo de miocárdio ou o AVC, é importante informar os pacientes sobre a sua prevenção e tratamento.

 Para avaliar eventuais problemas a nível circulatório, podemos usar o teste de doenças do sistema circulatório.

Doenças hepáticas e obesidade


O consumo de álcool e a má nutrição são os principais inimigos da saúde do fígado. A obesidade é uma das doenças que chegou a atingir o estatuto de epidemia nos países mais desenvolvidos. De facto, um estudo previu que até 2030, a população espanhola terá 27 milhões de pessoas obesas ou com excesso de peso. Por esta razão, é necessário aprofundar um pouco mais o problema do fígado gordo (esteatose hepática) e a sua relação com a obesidade.

Em que consiste a doença do fígado gordo não alcoólico?

A esteatose hepática não alcoólica, vulgarmente conhecida como fígado gordo, tem origem no excesso de gordura acumulada no abdómen. As zonas do fígado acumular gordura em pessoas que consomem uma pequena quantidade de álcool ou mesmo nenhum. O motivo é a má nutrição. Um hábito pouco saudável que pode tornar-se tão perigoso como o consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Na nossa sociedade, a doença do fígado gordo não alcoólico é bastante comum. 20% das pessoas afetadas são adultos e 5% são crianças. Dados bastante alarmantes se considerarmos as possíveis consequências desta condição para a saúde.

O que é que está na origem da doença do fígado gordo não alcoólico? Principalmente, estamos perante uma síndrome metabólica caracterizada pela diabetes (resistência à insulina), colesterol, obesidade e hipertensão. Os médicos especialistas identificaram como principais causas do aparecimento de fígado gordo:

  • O estresse oxidativo. Isto é, o desequilíbrio entre as substâncias químicas que chegam a danificar as células do fígado.
  • A produção por parte das células do fígado do paciente de proteínas inflamatórias tóxicas.
  • A apoptose ou morte das células hepáticas.

Riscos da esteatose hepática não alcoólica

Quando uma pessoa tem uma má nutrição prolongada, a gordura acumula-se de tal forma que ocorre uma inflamação no fígado. Se esta complicação de saúde não for detetada precocemente, pode ocorrer uma condição designada cirrose hepática ou morte de grande parte do tecido hepático.

O fígado gordo não alcoólico é uma condição que pode ser reversível, uma vez que este órgão tem a capacidade de se regenerar. Se o paciente não tomar as medidas recomendadas pelo seu médico, corre o risco de:

  • Desenvolver hipertensão
  • Sofrer um acidente cardiovascular.
  • Aumento da probabilidade de padecer de cancro.
  • Desenvolver diabetes do tipo 2.

O primeiro passo para tratar a condição do fígado gordo é uma mudança radical da dieta do paciente, com o objetivo de perder peso. O paciente opta por uma dieta equilibrada, baseada em fibras, proteínas, frutas, bem como verduras, carne e peixe pouco gordo. O exercício será um complemento obrigatório desta nova rotina.

Para verificar o estado do nosso fígado, podemos utilizar o kit de doenças de fígado e vesícula biliar, mais concretamente, podemos testar a ampola do fígado gordo ou a de cirrose hepática e biliar, entre outras.

A luteína e a zeaxantina aumentam a capacidade cerebral

O rendimento cognitivo, bem como a função cerebral, de uma forma geral, podem ser reforçadas com a ajuda da luteína e da zeaxantina. Este aspeto já foi comprovado por estudos recentes realizados sobre as propriedades de ambos os carotenóides. Estas substâncias estão presentes naturalmente em alguns alimentos. Vejamos as suas funções e benefícios para a saúde.

Propriedades de luteína e da zeaxantina

A luteína é um pigmento amarelado presente em alimentos como algas, algumas frutas e legumes. O consumo regular de uma dieta rica em luteína ajuda a proteger a visão contra as agressões ambientais e da luz solar.

Da mesma forma, a zeaxantina também é uma substância amarelada. Trata-se de um carotenoide presente nas algas e certas plantas ou vegetais (espinafre, beterraba, milho, abóbora, gema de ovo, etc.). A sua utilização também ajuda a proteger contra doenças oftalmológicas, tais como, as cataratas.

Qual a relação destas substâncias com a capacidade cerebral? Muitas pessoas não conhecem a estreita ligação existente entre o cérebro e os olhos. Quando um médico observa a retina e o nervo ótico, também está a examinar as células do cérebro. Assim, os níveis de luteína e zeaxantina na retina estão associados com os seus próprios níveis no tecido cerebral.

Melhoria da função cerebral graças à luteína e à zeaxantina

A função neurológica de uma pessoa é definida como a capacidade do seu cérebro em processar os sinais e estímulos que chegam do exterior, bem como o processamento de informações. Um estudo realizado em 2017 concluiu que as pessoas com níveis mais elevados de luteína e zeaxantina tinham uma maior eficácia neuronal em termos de memória e aprendizagem.

Mais tarde, em 2019, uma outra investigação demonstrou especificamente em que áreas se verificavam estas melhorias da capacidade cerebral:

  • Perceção espaço-visual.
  • Processamento de informações.
  • Tomada de decisões.
  • Coordenação motora.

Em última análise, resultou também numa melhoria da condição auditiva das pessoas que foram submetidas ao estudo. As que possuíam níveis mais elevados de luteína e zeaxantina, conseguiam detetar sinais sonoros com maior precisão e eficiência.

Quais são as quantidades necessárias recomendadas de luteína e zeaxantina?

Para melhorar a capacidade cerebral, é aconselhado tomar um suplemento diário de 10 mg de luteína e 2 mg de zeaxantina. Os grupos objetos de estudo a quem foi administrado o suplemento de luteína e zeaxantina, evidenciaram uma melhoria do fluxo sanguíneo cerebral em comparação com os indivíduos a quem não foram administrados suplementos.

Em suma, ambos os carotenóides apresentam melhor desempenho cognitivo, bem como uma maior eficácia neuronal.

 

Sep 23, 2019
Analia Iglesias

Os benefícios da hidroterapia para problemas de Parkinson

As perturbações motoras, tais como a doença de Parkinson, podem ser tratadas com recurso à hidroterapia. Um método que se baseia em exercícios na água e que deu provas de ser uma terapia de reabilitação inovadora. Tudo isto, sem movimentos bruscos e sem alterações que possam danificar a qualidade motora do paciente.

Por que motivo a hidroterapia melhora a doença de Parkinson

Tudo depende da gravidade dos sintomas de cada pessoa. No entanto, um estudo mostrou que a hidroterapia alivia em maior ou menor grau o estado dos pacientes com Parkinson.

A verdade é que este é um método de cura antigo que tem sido desenvolvido ao longo dos anos. Graças aos estudos realizados, foi possível evoluir em termos da utilização da água para o tratamento de doenças ósseas, musculares e neurológicas.
Os exercícios de hidroterapia permitem às pessoas ter um maior controlo sobre o seu corpo, sendo, desta forma, mais fortes perante a doença. Não foi demonstrado que a hidroterapia elimina 100% dos sintomas da doença de Parkinson, mas certamente, consegue melhorar a qualidade de vida dos pacientes. As suas principais vantagens são:

  • A água quente reduz a dor e melhora a tonificação muscular. O corpo relaxa e a rigidez eventualmente desaparece.
  • A hidroterapia aumenta a força e resistência muscular. Os pacientes retomam o controlo do seu próprio corpo, o que lhes permite serem mais independentes. A flutuação e a sensação de leveza da água são determinantes para esses resultados.
  • Os movimentos na água são muito mais lentos. Desta forma, permite uma retroalimentação sensorial mais pausada, com o objetivo de melhorar o controlo motor durante as caminhadas.
  • Na água, as barreiras motoras desaparecem e os movimentos tornam-se muito mais ágeis melhorando desta feita a flexibilidade e postura dos pacientes.
  • O exercício na água melhora o ânimo dos pacientes, diminuindo o risco de padecer de depressão.
  • Graças aos progressos de cada pessoa, a motivação aumenta para uma maior independência funcional.

Todos estes benefícios são distribuídos como parte de um programa de exercícios projetados especialmente para as pessoas com Parkinson. Cada treino será previamente ajustado às circunstâncias pessoais de cada paciente, sem forçar os seus próprios limites. Todas as preparações funcionais devem incluir exercícios, tais como:

  • Expressão facial.
  • Equilíbrio.
  • Alongamento.
  • Coordenação.
  • Exercício aeróbico.
  • Postura.

E, mais importante, muita diversão. Todos estes exercícios devem ser sempre realizados por um profissional e num ambiente seguro.

Biomagnetismo: terapia com ímanes para os problemas de estômago

 

A terapia biomagnética ou terapia do par biomagnético deu provas de ser uma das alternativas ao tratamento dos problemas estomacais. Para aprofundar um pouco mais este assunto, vamos falar da sua aplicação e respetivos benefícios para dores de estômago.

O que é a terapia com ímanes ou o biomagnetismo

A terapia magnética surgiu em 1988 pela mão do médico mexicano, Isaac Goiz Durán. Os seus estudos baseiam-se na ideia de que um desequilíbrio do pH do corpo está na origem de muitas das doenças de que as pessoas padecem atualmente. Graças aos ímanes, o equilíbrio é restaurado ao organismo, reduzindo o nível de acidez ou alcalinidade do pH.

É importante saber que o corpo humano é uma espécie de campo magnético, cheio de iões pelos quais a eletricidade viaja. O biomagnetismo trabalha atualmente em cerca de 300 pontos distribuídos por todo o corpo. Estes pontos são estimulados com ímanes para encontrar as fraquezas do paciente. Nessas áreas, é colocado um íman positivo e outro negativo para realizarem a sua função em sessões de cerca de 30 minutos. Esta terapia é recomendada para todos os tipos de doenças, exceto para mulheres grávidas ou pessoas com cancro.

Benefícios do par biomagnético para o estômago

Os problemas intestinais e gástricos podem ser tratados com recurso à terapia com ímanes. As infeções gastrointestinais (helicobacter pylori) e as intoxicações são os problemas mais comuns. Esta terapia permite combater tanto as bactérias como as alterações nos ácidos gástricos, reduzindo sintomas, tais como:

  • Vómitos.
  • Náuseas.
  • Perda de apetite.
  • Dores abdominais.
  • Abatimento e fraqueza.
  • Flatulência e arrotos frequentes.
  • Estômago inchado.
  • Perda de peso involuntária.
  • Sensação de estômago vazio.
  • Ruídos intestinais.
  • Alterações do metabolismo, etc.

A terapia com ímanes pode ser usada para tratar mais de 120 doenças. Relativamente aos problemas de estômago, o biomagnetismo consegue estimular e reabilitar os tecidos danificados, reduzir as dores e a inflamação, bem como acabar com uma grande quantidade de parasitas e bactérias. Uma delas, a bactéria nociva Helicobacter Pylori ou a Escherichia Coli.

É importante destacar que o tratamento com ímanes para resolver problemas gastrointestinais é realizado sem dor e de forma segura. Uma vez confirmado o diagnóstico do paciente, procede-se à escolha de ímanes com base na sua polaridade e força. A intenção é corrigir a alteração iónica produzida pela bactéria ou parasita, ou se for caso disso, pela intoxicação. O número de sessões será decidido pelo especialista de acordo com as necessidades do paciente e até que seja obtido o equilíbrio em falta por força da doença.

Aug 13, 2019
Analia Iglesias

O que é a biodescodificação e para que é usada?

O que é a biodescodificação e para que é usada?

De entre as terapias naturais, a biodescodificação é atualmente uma das mais recomendadas. Trata-se de um método de cura tanto a nível físico como emocional que nos ensina a ouvir as mensagens do nosso corpo. Neste momento, pretendemos aprofundar o tema para averiguar como se utiliza e quais são os seus benefícios para a saúde.

Em que consiste a biodescodificação

A biodescodificação é uma terapia de cura física e emocional. Uma proposta de cura inovadora que ajuda o nosso corpo a recuperar a saúde. Como? Este método permite-nos ouvir o corpo. Cada sintoma, desconforto ou condição torna-se uma orientação para a cura. Desta forma, é possível localizar a causa mais enraizada da doença.

A descodificação baseia-se no facto de toda a doença ser uma consequência da nossa forma de pensar ou ver a vida. Estes sinais emocionais criam códigos que alteram o comportamento das nossas células, fazendo com que as doenças se manifestem com maior probabilidade. Isto é, quanto mais limitado seja o pensamento de uma pessoa, mais vulnerável será a sua saúde. As emoções e as relações perante os acontecimentos da vida são os recursos com os quais a biodescodificação trabalha.

O que é que a descodificação cura?

É possível decodificar qualquer tipo de mal-estar? A resposta é sim. O nosso inconsciente procura constantemente manifestar-se de formas diferentes. E uma delas é através do corpo. O oculto é acompanhado sempre por uma emoção somática. É o aquilo que designamos como inconsciente biológico. Ou o que significa a mesma coisa, todas as doenças têm a sua razão de ser. Graças à biodescodificação, procura-se a origem ou sentido biológico do mal-estar para estimular os recursos necessários para a cura.

 

emoção somática.

Técnicas utilizadas na terapia de descodificação

Uma terapia de descodificação pode ser levada a cabo por diferentes tipos de técnicas. As mais comuns são a hipnose, a psicogenealogia, a programação neurolinguística, EMDR (Dessensibilização e Reprocessamento através de movimentos oculares) e a sofrologia. Por outro lado, também são realizadas sessões, tais como:

  • A linha do tempo.
  • A técnica das posições percetivas.
  • A âncora para o tratamento de dificuldades emocionais.
  • Técnicas de integração cerebral (TIC).
  • Terapia familiar.

Em suma, a decodificação procura ensinar o indivíduo a não retroalimentar a doença ou más experiências passadas. Uma cura emocional, neste sentido, também implica uma cura física produzida por emoções inconscientes e reprimidas. Este método de cura permite à pessoa viajar até às profundezas do seu ser para resolver feridas passadas.

Florais de Bach para o stress e a ansiedade


O stresse já foi considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a doença do século XXI. Esta alteração biológica do organismo mantida por longos períodos de tempo implica o desenvolvimento de outras doenças como a ansiedade, o excesso de peso, problemas digestivos, distúrbios do sono, etc. Os remédios florais transformaram-se num bom remédio para combater o stresse. Estes são os forais de Bach que o ajudam a combater a tensão da sua vida diária.

Benefícios dos florais de Bach para o stress e a ansiedade

Os tratamentos com florais de Bach centram-se no equilíbrio das emoções para poder eliminar ou reduzir os sintomas de uma doença. Por esta razão, são tão eficazes no combate do stresse e a ansiedade em pessoas de qualquer idade.

Assim, a ansiedade e o stresse são reações necessárias para a sobrevivência do ser humano. O problema surge quando esta situação é prolongada no tempo, impedindo-nos de viver uma vida normal.

Os florais de Bach reduzem as palpitações, a transpiração excessiva, a sensação de asfixia, o nervosismo extremo, a angústia, os distúrbios do sono, etc.

Essências florais para o stresse e a ansiedade

Conheça agora quais as flores que melhor atuam em todos os sintomas provocados pelo stresse e a ansiedade:

  • Holly: esta essência de flor permite à pessoa enfrentar melhor as situações complicadas da sua vida. Também é utilizada para combater as emoções negativas decorrentes do stresse.
  • Mimulus: o medo de um futuro incerto é uma das principais causas da ansiedade crónica. A flor mimulus é perfeita para acabar com esse pânico do desconhecido, bem como para estimular o terceiro chakra relacionado com a autoconfiança.
  • Impatiens: as pessoas com ansiedade muitas vezes desenvolvem uma impaciência excessiva, como uma sensação de exagero inadequada. Esta planta é perfeita para combater todos esses sintomas relacionados com a ansiedade. Especialmente, a frustração e o pânico.
  • Red Chestnut: as situações de stresse envolvem geralmente o individuo em espirais obsessivas que impedem a cura das suas feridas do passado. Esta essência floral ajuda a controlar estes estados que favorecem o autocuidado e a empatia e a autoestima.
  • Star of Bethlehem: trata-se de uma essência floral utilizada para os casos de stresse pós-traumático. O seu poder acalma os pesadelos, a depressão e os ataques de ansiedade generalizados.

Lembre-se que para que o tratamento funcione, deve procurar sempre a ajuda de um profissional especialista em florais de bach, apesar de, como sabemos, através de um teste kinesiológico podermos determinar exatamente quais os florais de bach que melhor se adequam às necessidades da pessoa que realiza o teste.

O papel da auriculoterapia no tratamento de doenças

Como é sabido, a auriculoterapia é uma técnica através da qual são pressionados alguns pontos na orelha externa, com o objetivo de diagnosticar e tratar doenças diferentes. Também conhecida como medicina auricular, este método tem demonstrado os seus benefícios para a saúde. Vejamos como funciona e qual o tipo de doenças que pode ajudar a tratar.

 O que é a auriculoterapia

A acupuntura na zona do ouvido externo foi inicialmente utilizada na China antiga. No entanto, os desenvolvimentos atuais são da responsabilidade do neurologista Dr. Paul Nogier. Para compreender esta técnica é necessário explicar que a nossa orelha contém um microssistema do corpo, no qual se refletem diferentes mapas cerebrais descobertos pelo neurocientista canadiano Wilder Penfield. Estes mapas sensoriais são projetados em diferentes áreas do nosso corpo, especialmente na orelha.

Um tratamento de auriculoterapia envolve a punção dos diferentes pontos externos do ouvido, bem como outras partes do corpo, utilizando agulhas cirúrgicas descartáveis ou esferas metalizadas magnéticas.

Assim, todas as doenças estão associadas a um desequilíbrio no corpo, podem ser tratados por este método.

 A auriculoterapia traz sempre benefícios. Seja a cura, o impedimento do progresso da patologia, uma simples melhoria dos sintomas, etc. Tudo isto dependerá sempre da gravidade e cronicidade da doença, bem como a condição de saúde prévia do paciente.

Doenças tratadas através da auriculoterapia

O efeito terapêutico da acupuntura no ouvido externo tem sido demonstrado no tratamento de doenças, tais como:

  • Ansiedade e stresse.
  • Insónias.
  • Enxaquecas e dores de cabeça.
  • Paralisia facial.
  • Rinite e sinusite.
  • Zumbidos no ouvido.
  • Doença de Ménière.
  • Alguns tipos de surdez.
  • Dores cervicais.
  • Asma bronquial.
  • Hipotensão primária.
  • Prisão de ventre.
  • Doenças do cólon.
  • Perturbações menstruais.
  • Mau posicionamento fetal.
  • Prostatite crónica.
  • Disfunção erétil.
  • Ejaculação precoce.
  • infertilidade masculina e feminina.
  • Cólicas.
  • Doenças da pele.
  • Apoio na dependência de drogas, álcool e tabaco.

É possível continuar a aumentar esta lista, uma vez que são comprovados diariamente novos resultados positivos da auriculoterapia sobre a nossa saúde publicados na página da Organização Mundial da Saúde.

A acupuntura faz parte da medicina tradicional chinesa que não distingue entre doenças, mas também entre diferentes tipos de pacientes. Isto é, cada caso deve ser sempre avaliado de forma individual e personalizada, com o objetivo de encontrar a melhor solução para o seu problema.

 

Os Florais de Bach e as crises de cura

Os Florais de Bach e as crises de cura

Os Florais de Bach são uma cura com base em essências naturais. A sua utilização parte da teoria formulada pelo Dr. Bach, o qual defendia que todas as doenças resultam de uma origem emocional que não foi tratada. Em torno das 38 curas florais de Bach existem também aquilo que é conhecido como crises de cura. Isto é, alguns efeitos secundários que vamos abordar a seguir.

 Será que os Florais de Bach têm contraindicações?

 Estamos perante uma cura cuja composição não possui qualquer produto químico ou substância ativa que possa prejudicar o organismo. Por esta razão, não foram descritas até ao momento, interações com outros medicamentos. A sua utilização é segura e sem riscos.

Ainda assim, é importante fazer a diferenciação entre contraindicações e crises de cura ou efeitos secundários.

Como referimos anteriormente, os Florais de Bach não têm qualquer contraindicação, mas podem causar efeitos secundários. Isso é, uma consequência não intencional perante um medicamento ou terapia.

Os Florais de Bach e as crises de cura

As crises de cura dos Florais de Bach

 O organismo também é capaz de reagir perante o consumo de produtos absolutamente naturais. Em particular, as substâncias, como os Florais de Bach, que são utilizados para abrir a consciência e procurar uma limpeza que nos livre do problema. Com este tratamento, procura-se mudar-se de um estado inicial para outro, num processo no qual pode existir uma determinada recusa física e emocional.

Para compreender as crises curativas produzidas, por vezes, devido aos Florais de Bach, temos de falar de catarse. O processo curativo destas essências é catártico. Ou uma purificação mental, corporal e emocional, que é a mesma coisa e que permite desbloquear sentimentos reprimidos que estão na origem de uma determinada doença.

Esta catarse faz parte do processo de cura. Por conseguinte, embora possa ser considerado como um efeito secundário, pelo contrário, é uma fase necessária para chegar à cura. As crises de cura dos Florais de Bach costumam durar como máximo 4 dias e costumam manifestar-se na forma de:

  • Náuseas.
  • Vómitos.
  • Dor de cabeça.
  • Cansaço.
  • Insónias.
  • Irritabilidade.
  • Nervosismo.
  • Sentimento de incompreensão.

Todos estes sintomas são necessários para expulsar os efeitos patogénicos do corpo. É importante destacar que estes efeitos secundários não se manifestas em todas as pessoas e são mais comuns nos processos de adaptação ao tratamento.

Resumindo, as crises curativas dos Florais de Bach não são perigosas. Trata-se antes, de um sintoma passageiro de que a terapia está a fazer efeito.

May 20, 2019
Analia Iglesias

Vestígios arqueológicos provam a ausência de cancro em culturas antigas

ausência de cancro em culturas antigas

Muitos investigadores e arqueólogos depararam-se com a mesma evidência. 99% dos restos fósseis e múmias não apresentavam quaisquer sinais de cancro nos tecidos analisados. Isto leva-nos a formular uma questão: Qual a razão de o cancro não estar presente em culturas antigas? Tudo parece indicar que a Revolução Industrial marcou o antes e o depois do início desta doença mortal.

 Causas de cancro como uma doença moderna

 O médico, professor e paleontólogo, Michael Zimmerman e a sua colega Rosalie David, são os investigadores responsáveis pela confirmação da evidência de cancro nas sociedades pré-industriais. Os seus estudos concluíram que o cancro é uma doença moderna, com apenas 1% de presença em todos os fósseis e múmias analisados com tecnologia digital de ponta.

A sua conclusão não é outra senão um aumento significativo dos cancros após a Primeira Revolução Industrial. Estas são as premissas que apoiam a sua teoria:

  • A contaminação, a radiação, os químicos e os metais pesados são elementos letais que não existiam nas culturas antigas.
  • O consumo de alimentos processados é outro hábito introduzido pela modernização das indústrias. Antes da Revolução Industrial não existia outros alimentos para além dos que a natureza colocava à disposição do ser humano.
  • A falta de exercício também é uma consequência de uma sociedade modernizada. A presença de veículos automóveis reduziu significativamente a vida ativa da população.
  • Para além disso, os campos eletromagnéticos e a radiação são responsáveis pelo aumento do risco de cancro. A exposição prolongada a sinais wifi, micro-ondas, telefones telemóveis, computadores portáteis, etc., causam a alteração da função hormonal do corpo, bem como as inflamações, alterações celulares, coagulação sanguínea, danos no ADN, etc.

ausência de cancro em culturas antigas

  • Por fim, a modernização das indústrias levou-nos a um afastamento da natureza. As culturas antigas estavam intimamente ligados ao seu ambiente natural. Andar descalço ou caminhar nu tem benefícios importantes para a saúde. De facto, recomenda-se um maior contacto com a natureza para mitigar os danos da radiação e campos eletromagnéticos. Por outro lado, as civilizações antigas passavam mais horas expostos à luz solar. Isso garantia-lhes excelentes quantidades de vitamina D3. Chegou mesmo a ser estabelecida uma relação entre os baixos níveis desta vitamina com uma maior incidência de cancro na nossa sociedade.
  •  O conceito de medicina moderna aposta no regresso à forma de vida dos nossos antepassados para equilibrar a presença das novas tecnologias e a saúde.

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